- O anúncio ocorreu em um teatro na avenida Faria Lima, em São Paulo, com a presença de Sérgio Moro e Guilherme Derrite, e apresenta doze promessas para a segurança pública.
- Entre as propostas estão a redução da maioridade penal, endurecimento do cumprimento de pena e castração química para condenados por estupro.
- Uma das medidas prevê a construção de cinco novos presídios de segurança máxima no modelo de El Salvador, inspirado pelo governo de Nayib Bukele.
- O plano classifica o PCC, o Comando Vermelho e milícias como narcoterroristas, prometendo ações mais firmes contra esses grupos.
- O anúncio ocorre em contexto internacional de classificação de grupos criminosos como terroristas pelos EUA e em meio a críticas do governo Lula; Flávio afirma que, se eleito, mudará o tratamento aos marginais.
Flávio Bolsonaro (PL) apresentou 12 promessas para segurança pública, anunciando-as em São Paulo, nesta quinta-feira. O lançamento ocorreu em um teatro da avenida Faria Lima, com a participação de Sérgio Moro (PL) e Guilherme Derrite (PP). O objetivo é representar um conjunto de medidas rápidas para serem implementadas caso ele seja eleito presidente.
Entre as propostas estão a redução da maioridade penal e o endurecimento do cumprimento de pena. Também é sugerida castração química para condenados por estupro, classificada pelo pré-candidato como medida urgente para o setor. O plano prevê ações imediatas com a posse do novo governo.
Uma das propostas usa o modelo de El Salvador, com a construção de cinco presídios de segurança máxima, inspirado no governo de Nayib Bukele. Flávio afirmou que pretende adotar esse modelo caso seja eleito. O anúncio ocorre em paralelo ao debate internacional sobre terrorismo, após os EUA classificarem PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.
Propostas inspiradas e contexto político
O plano também prevê a inclusão de milícias na classificação de narcoterroristas, com o objetivo de ampliar o enfrentamento a grupos criminosos. Em 2025, o Senado discutiu o tema, mas segundo a Folha de S.Paulo, Flávio não estava presente no plenário nem apresentou posição na ocasião. Ele reiterou, durante a apresentação, que terroristas devem ser tratados como tais.
A medida é apresentada como parte de uma agenda de segurança pública de resposta rápida, com afirmações de que o governo eleito terá força para modificar o tratamento legal de marginais, incluindo narcoterroristas e furtos de celulares. O contexto envolve posições políticas do clã Bolsonaro e alianças observadas no cenário nacional.
Entre na conversa da comunidade