- Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD à Presidência, afirmou em entrevista à CBN João Pessoa que apoiará classificar facções criminosas como terroristas e levará a proposta ao Congresso.
- Ele disse que adotará o modelo de classificação utilizado pelos Estados Unidos e afirmou que há respaldo popular para a medida, citando a pesquisa Quaest, que aponta 73% de aprovação.
- Caiado afirmou que a ideia não coloca em risco a soberania brasileira e criticou críticas sob o rótulo de “conversa de petista”.
- O ex-governador sugeriu que, em determinados territórios, o Estado de Direito não funciona e defendeu declarar terroristas já no primeiro dia de governo.
- Caso vença, pretende encaminhar ao Congresso um plano para ampliar o uso das Forças Armadas na Amazônia, alegando que a região está tomada por facções e tornando-se hub mundial de drogas.
Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD à Presidência, defendeu classificar facções criminosas como terroristas. A afirmação ocorreu em entrevista à CBN João Pessoa na manhã desta sexta-feira (12). Ele disse que seguirá o modelo adotado pelos Estados Unidos e levará a proposta ao Congresso.
O senador afirmou que a medida tem apoio popular e citou uma pesquisa da Quaest — 73% da população, segundo ele, apoiam a classificação. Ele ressaltou que a decisão não colocaria em risco a soberania nacional.
Caiado criticou a atuação do crime organizado na Amazônia e afirmou que o Estado perde o controle em determinados territórios. Segundo ele, o governo precisa enfrentar a facção com medidas firmes.
Plano de ação
O pré-candidato disse que, se eleito, pretende levar ao Congresso Nacional a autorização para ampliar o uso das Forças Armadas na região amazônica. O objetivo seria “recuperar toda a Amazônia brasileira” dos grupos criminosos.
Caiado aponta o Amazonas como área estratégica para o tráfico internacional de drogas. Ele citou a atuação de facções nacionais e estrangeiras, incluindo grupos da Colômbia, Venezuela e México.
A proposta integra a plataforma de campanha do ex-governador de Goiás, que tem a segurança pública como eixo central. O texto defende mudanças legais para ampliar o enfrentamento às facções no país.
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