Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebolBrasil_POLÍTICA_economia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cibersegurança corporativa: o que executivos precisam entender agora

Executivos devem ver cibersegurança como continuidade de negócio, adotando defesa suficiente para tornar a empresa menos atrativa que a concorrência

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Executivos da Kaspersky Brasil e da Biolab Farmacêutica discutem no Forbescast a pergunta certa: não se vamos ser atacados, mas se conseguiremos sobreviver ao ataque.
  • O atacante digital atual age como empresário, aluga plataformas de ataque e investe quando o retorno compensa o custo; a defesa precisa ser suficiente para tornar a empresa menos atraente que a concorrência.
  • Na Biolab, a defesa ganhou linguagem voltada à continuidade de negócio, com disaster recovery visto como garantia de operação e faturamento mesmo diante de incidentes.
  • A justificativa de investimento em cibersegurança depende de comunicar valor ao conselho, mostrando impacto na continuidade e nos resultados.
  • A conscientização dos colaboradores é crucial: treinamento de milhares de funcionários não substitui uma abordagem top-down, contínua e testada.

A cibersegurança nas empresas não é apenas uma questão de evitar ataques, e sim de sobreviver a eles. O debate apresentado no Forbescast traz o conceito de que o invasor moderno atua como um empresário, avaliando plataformas de ataque e escolhendo alvos com base no retorno esperado. O objetivo das defesas passa a ser tornar a empresa menos atraente em comparação com concorrentes.

Roberto Rebouças, gerente-executivo da Kaspersky no Brasil, e Fagner Almeida, líder de infraestrutura e segurança da informação na Biolab Farmacêutica, conduzem a discussão sobre a necessidade de proteção adequada, que seja suficiente para desestimular o ataque, não necessariamente impecável. O ponto central é reduzir a atratividade do alvo, não exigir proteção absoluta.

No âmbito prático, a Biolab Farmacêutica adota um reposicionamento estratégico ao falar em segurança como continuidade de negócio. Em vez de ver o disaster recovery apenas como um custo de TI, passa a ser apresentado como garantia de operação e faturamento mesmo diante de incidentes, fortalecendo a narrativa interna junto ao board.

A conversa também ressalta a importância da participação de todos os colaboradores. Mesmo com treinamentos para 4.000 funcionários, a eficácia depende de uma liderança eficaz e de ações radicadas no cotidiano da empresa. A proteção precisa ser contínua, de alto nível e testada regularmente, não apenas em campanhas periódicas.

Mudança de vocabulário: continuidade de negócio

Essa abordagem enfatiza que a segurança deve respaldar a operação constante da empresa, reduzindo riscos de interrupção e assegurando entregas, clientes e receita mesmo após incidentes.

Papel da liderança e da cultura de segurança

O episódio destaca que o engajamento da alta gestão é essencial para que planos de resiliência tenham efeito real e duradouro, indo além de propostas técnicas isoladas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais