- Funcionários públicos chineses estão proibidos de comer no King’s Joy desde o ano passado, conforme determinação do governo.
- KING’S JOY é o único restaurante chinês com três estrelas Michelin e estrela verde por práticas sustentáveis.
- O restaurante, famoso por menu 100% vegetariano, está localizado no antigo centro imperial de Pequim, próximo ao Templo Lama.
- O preço de uma refeição no King’s Joy começa em US$ 250 por pessoa, o que pode estar ligado à campanha anticorrupção do governo.
- O King’s Joy atrai visitantes estrangeiros e figuras de alto escalão, mas a lista de restrições não é divulgada oficialmente.
O King’s Joy, em Pequim, é o único restaurante chinês com três estrelas Michelin e estrela verde por práticas sustentáveis. O local está sob restrição para funcionários públicos chineses desde o ano passado, sem explicação oficial.
O restaurante fica no coração histórico de Pequim, próximo ao Templo Lama. Seu cardápio é 100% vegetariano, com ingredientes da China e preparo guiado por uma estética zen. A reserva costuma ser disputada por ricos, famosos e visitantes estrangeiros.
Contexto e restrições
Funcionários públicos não podem frequentar o King’s Joy, segundo fontes próximas ao tema. A lista de proibidos não é pública, e a razão oficial não foi divulgada. A prática coincide com a campanha anticorrupção do governo.
O que oferece o King’s Joy
Gary Yin, chef executivo, afirma ter ouvido rumores sobre a proibição, sem evidências confirmadas. O estabelecimento entrou para o circuito de alta gastronomia vegetariana, mantendo menu fixo de pratos individuais com serviço em ambiente sofisticado.
Por que o preço pode importunar
Uma refeição no King’s Joy começa em cerca de US$ 250 por pessoa, situando-se entre restaurantes de alto padrão. O custo elevado é visto como um possível fator na restrição a funcionários públicos e à imagem pública.
Reconhecimento e contexto econômico
O King’s Joy é reconhecido como referência em vegetariano na China desde 2012, com visitas de chefes de Estado e celebridades internacionais. O local também é estudado como caso de negócio pela Harvard Business School.
Sobre o cardápio e a filosofia
O cardápio sazonal muda a cada duas semanas, com pratos que exploram técnicas simples, sabores sutis e ingredientes chineses pouco conhecidos. O objetivo é posicionar o vegetal como protagonista da refeição.
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