- Eduardo Bolsonaro (PL-SP) ironizou o encontro entre Lula e Trump, chamando Lula de “malandro” e dizendo que a defesa da soberania é narrativa para a militância.
- Ele afirmou, em postagem no X, que Lula fala a militância e às elites, sugerindo um abismo entre discursos.
- O ex-parlamentar publicou foto ao lado do irmão, Flávio Bolsonaro, e do jornalista Paulo Figueiredo; Flávio foi a Miami e deve voltar ao Brasil na quarta-feira.
- O encontro entre Lula e Trump ocorre em meio a tensões entre Brasil e Estados Unidos; o último foi na cúpula da Asean, em outubro de 2025, na Malásia.
- Entre 2024 e 2025, EUA expulsaram adido da Polícia Federal em Miami; o Brasil expulsou um agente americano; Trump impôs tarifas, bloqueou vistos e sancionou o ministro Alexandre de Moraes. Eduardo é réu no STF por articular sanções.
Eduardo Bolsonaro comentou o encontro entre Lula e Trump, marcado para esta quinta-feira, em Washington. O ex-deputado ironizou a relação entre os dois líderes, chamando Lula de malandro e afirmando que a defesa da soberania nacional seria uma narrativa para a militância. O comentário foi feito no X.
Segundo Eduardo, Lula teria discursos distintos: um para a militância e outro para as elites. Ele também questionou a narrativa de defesa da soberania, sugerindo distância entre as falas públicas do presidente e as posições descritas.
Quem envolve
O alvo direto das críticas é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O evento ocorre em meio a conflitos diplomáticos entre Brasil e EUA, com histórico recente de tensões em temas como sanções e políticas externas. Eduardo Bolsonaro reside nos Estados Unidos desde março do ano passado.
Quando e onde
A reunião está prevista para quinta-feira (7) em Washington, capital dos EUA. O último encontro entre Lula e Trump houve na cúpula da Asean, em outubro de 2025, na Malásia. A expectativa é de que o novo encontro aconteça em um contexto de acenos e divergências entre as nações.
Contexto diplomático e antecedentes
Em março, Lula teria feito comentários insinuando que Flávio Bolsonaro entregaria o Brasil aos EUA, durante reunião ministerial. Em resposta, o governo norte-americano impôs tarifas, vetou vistos e sancionou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, com a Lei Magnitsky. Eduardo é réu no STF por articular sanções contra autoridades.
Desdobramentos recentes
Entre as ações de retaliação, o Brasil retirou credenciais de um agente americano no país. Em contrapartida, os EUA expulsaram adido da PF em Miami relacionado a prisões de autoridades brasileiras. A crise diplomática começou a arrefecer após a ONU, com encontros entre os dois chefes de Estado.
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