- Vazamento de encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump em Washington gerou preocupação entre diplomatas brasileiros, segundo Mariana Sanchez, no UOL News.
- A reunião, prevista para quinta-feira, ainda não foi confirmada oficialmente pela Casa Branca; Lula deve chegar a Washington nesta quarta-feira, véspera do possível encontro.
- O Planalto teria vazado a informação, o que, segundo a correspondente, é visto como descortesia ao anfitrião e aumenta a apreensão entre diplomatas.
- Na pauta, a segurança pública deve entrar em debate, com a possível designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas e a busca por cooperação por outras vias no combate ao crime organizado.
- Segundo a reportagem, Trump também pretende discutir a redução da presença chinesa na América Latina, incluindo possíveis pressões sobre a China durante a visita de Lula.
O vazamento sobre a suposta visita relâmpago de Luiz Inácio Lula da Silva a Donald Trump nos EUA gerou inquietação entre diplomatas brasileiros. A reunião, prevista para quinta-feira 7, ainda não foi confirmada oficialmente pela Casa Branca. Lula deve chegar a Washington na quarta-feira 6, segundo informações veiculadas.
A divulgação partiu do Planalto, segundo a jornalista Mariana Sanchez, do UOL News. Ela aponta que, mesmo com a expectativa de realização, faltam confirmações formais de ambos os lados. A situação é considerada incomum pela imprensa brasileira.
Segundo Sanchez, a pauta de segurança pública deverá entrar na discussão, incluindo a possível designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Lula poderia defender cooperação por vias alternativas.
A correspondente apontou que os Estados Unidos desejam, antes de viagem de Trump à China, tratar de reduzir a presença chinesa na região. A Casa Branca também pode buscar maior acesso a recursos, como terras raras, no âmbito das relações com o Brasil.
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