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Senado aprova indicação de Benedito Gonçalves ao CNJ

Senado aprova Benedito Gonçalves como corregedor do CNJ até 2028, após votação de 53 a favor e 16 contra

22.jun.2023 - Ministro Benedito Gonçalves durante julgamento de uma das ações envolvendo Jair Bolsonaro (PL) no TSE
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  • O Senado aprovou Benedito Gonçalves para o cargo de corregedor do CNJ até 2028.
  • Foram 53 votos a favor e 16 contrários à indicação.
  • A votação anterior foi cancelada em maio, após a constatação de que apenas 59 dos 67 senadores presentes registraram voto, insuficiente para a maioria absoluta (41).
  • Benedito Gonçalves tem mais de cinquenta anos de carreira no serviço público, com 38 anos na magistratura, iniciando como inspetor de alunos e passando por papiloscopista da Polícia Federal e delegado de polícia até chegar à magistratura em 1988.
  • O CNJ fiscaliza a atuação administrativa, financeira e disciplinar do Judiciário brasileiro, além de padronizar procedimentos e zelar pela transparência e eficiência dos tribunais.

O Senado aprovou a indicação de Benedito Gonçalves para ocupar o cargo de corregedor do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) até 2028. A escolha foi confirmada com 53 votos a favor e 16 contra, em votação realizada na casa legislativa.

A decisão ocorre após uma sessão anterior ter sido cancelada porque não houve quórum suficiente para a aprovação. Em 20 de maio, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, interrompeu a sessão ao constatar que apenas 59 dos 67 senadores presentes registraram voto, abaixo da maioria absoluta necessária (41).

Quem é Benedito Gonçalves

Benedito Gonçalves tem mais de 50 anos de serviço público, com 38 dedicados à magistratura. Iniciou a carreira como inspetor de alunos no Rio de Janeiro, passou por papiloscopia na PF e foi delegado de polícia no DF, antes de ingressar na carreira de juiz federal em 1988.

O magistrado atuou no Rio de Janeiro, no Paraná e no Rio Grande do Sul, antes de ser promovido a desembargador do TRF-2 em 1998. Em 2008 chegou ao STJ, onde permanece até hoje. O CNJ fiscaliza a atuação administrativa, financeira e disciplinar do Judiciário, investiga magistrados e servidores e zela pela transparência e eficiência dos tribunais.

Com informações do Estadão Conteúdo

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