Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebolBrasil_POLÍTICA_economia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

STF rejeita ação contra Bolsonaro por espionagem de jornalistas e políticos

STF rejeita ação sobre monitoramento de parlamentares e jornalistas no governo Bolsonaro; relatório por empresa privada é visto como clipping, não espionagem

(Foto: Lula Marques/Agência Brasil)
0:00
Carregando...
0:00
  • STF rejeitou a ação que questionava o monitoramento de redes sociais de parlamentares e jornalistas pelas Secretarias de Governo e de Comunicação da Presidência durante o governo Bolsonaro.
  • O ministro André Mendonça, designado redator, decidiu pela improcedência do pedido do Partido Verde; julgamento foi concluído na última sexta-feira, dia 15.
  • A defesa alegava violação à liberdade de expressão e de imprensa, apontando espionagem; a relatora, ministra Cármen Lúcia, defendia irregularidade e violação de impessoalidade.
  • Mendonça afirmou que os relatórios eram feitos por empresa privada, não diretamente pelos órgãos públicos, caracterizando apenas clipping de notícias; não haveria ato estatal passível de ADPF.
  • O uso de dados públicos de pessoas de visibilidade foi considerado legítimo, mantendo o entendimento de que não houve espionagem ou vigilância indevida.

O Supremo Tribunal Federal rejeitou a ação que questionava o monitoramento das redes sociais de parlamentares e jornalistas pelas Secretarias de Governo e de Comunicação da Presidência durante o governo Bolsonaro. O julgamento foi concluído na sexta-feira (15).

O processo foi ajuizado pelo Partido Verde (PV), que considerava a prática uma forma de espionagem e violação à liberdade de expressão e de imprensa. O STF decidiu pela improcedência do pedido.

O ministro André Mendonça, designado redator para o acórdão, votou pela rejeição do tema. A AGU e a PGR defenderam que a questão não deveria tramitar no STF, e a relatora original, ministra Cármen Lúcia, ficou vencida.

Para Cármen Lúcia, o monitoramento configuraria desvio de finalidade e violação aos princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa, potencializando constrangimento a críticos. O placar ficou 7 a 4 contra analisar o mérito.

O entendimento foi seguido por Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e outros ministros, com o voto de Mendonça sendo acompanhado por Cristiano Zanin, Dias Toffoli, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Nunes Marques e Edson Fachin. Flávio Dino substituiu Rosa Weber na votação.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais