- A exposição Marilyn Monroe: a Portrait abre no National Portrait Gallery, em Londres, no próximo mês, acompanhada de um livro editado pela curadora Rosie Broadley.
- A mostra reúne obras de artistas como Andy Warhol, Pauline Boty, Marlene Dumas, James Gill e Rosalyn Drexler, evidenciando a persistência da imagem de Monroe na arte.
- Warhol é destacado por suas retratações, especialmente Green Marilyn (1962), e Broadley comenta como Gold Marilyn Monroe elevou o status da cantora na cultura popular.
- O livro e a exposição também exploram outras visões sobre Monroe, incluindo trabalhos de Willem de Kooning, Eve Arnold e Philippe Halsman, que exploram distorção e repetição da imagem.
- A curadoria enfatiza a agência de Monroe na construção de sua imagem, destacando parcerias com fotógrafos como Eve Arnold e destacando contribuições de pesquisadoras como Griselda Pollock.
A exposição Marilyn Monroe: a Portrait chega ao National Portrait Gallery, em Londres, na próxima temporada, acompanhada de um livro editado pela curadora Rosie Broadley em parceria com a Marilyn Monroe Estate. O projeto reúne obras de diversas artistas que reinterpretam a imagem da atriz, símbolo da cultura pop em várias décadas.
A mostra e o livro destacam Monroe como um motivo persistente na arte do século XX, especialmente no Reino Unido e nos Estados Unidos. Broadley ressalta que, fora da história da arte, há pouca análise visual da estrela, além de filmes, o que o material busca ampliar.
Artistas e obras em foco
Entre as obras estão as de Andy Warhol, Pauline Boty, Marlene Dumas, James Gill e Rosalyn Drexler. A curadoria foca na recorrência da imagem de Monroe e como sua marca permanece relevante até hoje.
Warhol e o simbolismo da imagem
As representações de Warhol, incluindo a famosa Green Marilyn de 1962, dialogam com a morte da atriz em 1962 e a tornam símbolo de uma imagem de culto. Broadley comenta que as obras de Warhol conferem à Monroe um status elevado na cultura popular.
Outras visões sobre Monroe
O livro também discute a influência de Willem de Kooning, que pintou Monroe precocemente na carreira. Fotografias de Sam Shaw mostram Monroe com o então marido Arthur Miller, ao contemplar a obra Marilyn Monroe de De Kooning.
Abordagens experimentais
Obras de Presidente e fotografia distorcida aparecem em trabalhos de Philippe Halsman e Dalí, bem como peças de Joseph Cornell, que prestam tributo à estrela sem retratos diretos. Broadley observa a diversidade de enfoques.
Agência e colaboração
A exposição enfatiza a agência de Monroe na construção de sua imagem, destacando fotógrafos como Eve Arnold e o papel colaborativo na criação de retratos marcantes. A obra celebra a participação da atriz no processo criativo.
Detalhes práticos
Marilyn Monroe: a Portrait fica em cartaz no National Portrait Gallery de 4 de junho a 6 de setembro. O livro, com 256 páginas, está disponível em formatos de capa dura e capa mole, com preço sugerido.
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