- Uma pintura de Pablo Picasso roubada foi recuperada pela polícia francesa durante uma operação antidrogas perto de Paris, em Champigny-sur-Marne, no dia quinze de junho; trata-se de um retrato de Marie-Thérèse Walter.
- A Brigada de Stupéfiants apreendeu a obra junto com 20 kg de cannabis, € duzentos mil em roupas de luxo e € sete mil em dinheiro.
- A suspeita é de que o furto tenha ocorrido de forma oportunista, e que o grupo não soube o que fazer com a pintura.
- Quatro homens foram à audiência em dezoito de junho, e um deles confessou furtos anteriores em um depósito em Paris, onde atuava como segurança.
- A obra, avaliada em cerca de € doze milhões, havia sido autenticada pelo falecido Claude Picasso e vendida por um comerciante parisiense a uma mulher em Singapura.
A polícia francesa recuperou um quadro de Pablo Picasso durante uma operação antidrogas perto de Paris. A obra é um retrato de Marie-Thérèse Walter, parceira de Picasso, dos anos 1920 e 1930. O achado ocorreu em Champigny-sur-Marne, durante a operação da Brigade des Stupéfiants.
Segundo as autoridades, a casa pertence à tia de um suspeito de tráfico. Na ação, também foram apreendidos 20 kg de cannabis, roupas de luxo no valor de €200 mil e €7 mil em dinheiro. A descoberta ocorreu no dia 15 de junho.
A conclusão inicial é de que o roubo foi oportunista, conforme uma fonte policial citada pelo The Art Newspaper. O grupo não parecia saber como agir com a obra após o furto.
Quatro homens foram apresentados ao tribunal em 19 de junho. Um deles confessou ter cometido vários furtos em um depósito de Paris, onde atuava como vigia de segurança. A investigação continua.
A pintura, estimada em cerca de €12 milhões, foi autenticada pelo falecido Claude Picasso, filho do artista, quando foi vendida por um marchand parisiense a uma mulher em Cingapura, segundo fonte próxima do caso.
Histórico de furtos de Picasso em Paris aponta para incidentes anteriores. Em 2010, o museu municipal de Paris sofreu um grande roubo envolvendo obras de Picasso, Braque, Matisse, Modigliani e Léger. Em 2022, negociações de obras roubadas vieram a público envolvendo galeristas parisienses.
Contexto local atual indica reforço na vigilância de obras de alto valor e maior cooperação entre autoridades francesas e colecionadores para rastrear obras roubadas e origens de aquisição. A investigação segue em andamento.
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