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Laser 3D que monitora o Coliseu será usado no Museu do Ipiranga

Escaneamento a laser 3D, utilizado no Coliseu, será aplicado no Museu do Ipiranga para criar modelo digital e monitorar conservação

À esquerda, o Museu do Ipiranga em São Paulo, um edifício amarelo neoclássico com uma grande fonte e jardins verdes. À direita, o Coliseu em Roma, uma estrutura antiga de pedra com arcos iluminados em tons de laranja ao entardecer
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  • Tecnologia de escaneamento a laser 3D, usada no Coliseu, será aplicada no Museu do Ipiranga para criar um modelo digital tridimensional.
  • O equipamento é portátil, do tamanho de uma caixa de sapatos, e mapeia superfícies com alta precisão, identificando materiais, umidade e possíveis falhas.
  • A iniciativa, da Universidade de Ferrara, permitirá comparar dados antes e depois da restauração e estabelecer um sistema de monitoramento do edifício.
  • As obras no Museu do Ipiranga devem começar em julho, de forma gradual, sem impedir o funcionamento do museu; a ideia é manter a metodologia e pontos de referência consistentes.
  • O projeto também alimentará um sistema HBIM (Modelagem da Informação de Edifícios Históricos) para gestão e conservação do museu.

O que aconteceu: um sistema de escaneamento a laser 3D, usado no Coliseu de Roma, será implantado no Museu do Ipiranga, em São Paulo. A ferramenta produz um modelo tridimensional do edifício, auxiliando na conservação.

Quem está envolvido: a iniciativa é da Universidade de Ferrara, na Itália, com a coordenação da UFBA? (erro) Não; é da FAU-USP, com o anúncio da professora Beatriz Kuhl. A intervenção envolve instituições italianas e brasileiras.

Quando e onde: os trabalhos devem começar em julho no Museu do Ipiranga, espaço histórico da Independência brasileira, integrado hoje à Universidade de São Paulo.

Como e por quê: o escaneamento utiliza raios laser de alta precisão para mapear superfícies e registrar luminosidade, identificando materiais, umidade e alterações estruturais. Objetivo: criar um modelo digital para monitoramento.

Progresso anterior e base: o Coliseu já foi escaneado previamente pela mesma instituição italiana. A experiência no Ipiranga permitirá comparar estados antes e depois de intervenções, com métricas consistentes.

Aplicação pretendida: o modelo 3D do museu contemplará áreas internas e externas, facilitando avaliações e o planejamento de futuras intervenções de conservação.

Importante seguir: a metodologia será padronizada para garantir dados comparáveis, conforme explicou Beatriz Kuhl em comunicado da FAPESP. A precisão depende de planejamento e pontos de referência consistentes.

Para que serve o HBIM: os dados coletados alimentarão o HBIM, uma plataforma de gestão e conservação do Museu do Ipiranga, integrando informações de diversas intervenções.

Contexto técnico: o projeto utiliza tecnologia portátil, do tamanho de uma caixa de sapatos, que registra geometria e características como tipo de material e presença de umidade.

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