- Líderes do G7 chegam a Évian-les-Bains, na França, para negociações sobre Ucrânia, Oriente Médio e assuntos globais.
- Emmanuel Macron conversa informalmente com Volodymyr Zelenskyy antes da sessão de trabalho.
- O grupo de países incluía Friedrich Merz (Alemanha), Keir Starmer (Reino Unido), Giorgia Meloni (Itália), Sanae Takaichi (Japão) e Ursula von der Leyen (União Europeia).
- Zelenskyy afirmou que, na noite passada, forças ucranianas atingiram uma refinaria de petróleo em Moscou, em resposta a ataques a Kyiv; pediu que a Rússia seja forçada a encerrar a guerra.
- A agenda prevê várias reuniões bilaterais e um jantar formal, com foco em Ucrânia, Oriente Médio e relações com economias emergentes.
Os líderes do G7 chegaram a Evian-les-Bains, na França, para as sessões de debate sobre Ucrânia, Oriente Médio e outros temas globais. O momento inicial foi marcado por conversas entre os dirigentes antes das reuniões formais, com Emmanuel Macron em diálogo próximo com Volodymyr Zelenskyy.
A comitiva conta com representantes de Canadá, União Europeia, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e EUA. Entre eles, há Friedrich Merz, Keir Starmer, Giorgia Meloni, Sanae Takaichi e Ursula von der Leyen, que aguardavam a chegada dos demais chefes de Estado.
Antes da abertura oficial das conversas, houve registro de encontros informais entre Macron e Zelenskyy. A cena ocorreu na manhã de hoje, com Macron caminhando de mãos nos bolsos e Zelenskyy explicando pontos a serem discutidos.
Ao longo da manhã, os temas prioritários foram Ucrânia e Oriente Médio, com presença de Zelenskyy na abertura das discussões. O presidente ucraniano afirmou que as ações militares ucranianas atingiram uma refinaria de petróleo em Moscou na véspera, em resposta a ataques à capital do país.
A agenda inclui ainda reuniões bilaterais entre os líderes e uma sessão de jantar formal prevista para hoje. Parlamentares europeus e representantes de potências emergentes acompanham as discussões para aprofundar estratégias de apoio a Kiev e coordenação regional.
Em meio à expectativa, o encontro busca manter o alinhamento entre Washington e os aliados europeus frente a possíveis avanços diplomáticos com a Rússia, bem como tratar de relações com economias que vêm ganhando peso global.
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