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Sakamoto diz que STM corrigirá erro de 40 anos ao cassar patente de Bolsonaro

STM pode cassar patente de Bolsonaro, corrigindo erro de quatro décadas e acirrando debates sobre legalidade e disciplina nas Forças Armadas

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  • O Superior Tribunal Militar pode cassar a patente de Jair Bolsonaro, segundo o colunista Leonardo Sakamoto, corrigindo um possível erro de quarenta anos.
  • Sakamoto afirma que a decisão teria peso simbólico para as Forças Armadas e avaliaria manter patentes de militares condenados.
  • Bolsonaro foi considerado culpado em uma corte militar inferior por envolvimento em plano para explodir um quartel; o STM o poupou na ocasião.
  • Se o STM não agir, pode passar a mensagem de permissividade dentro das Forças Armadas e ser visto como desrespeito à Constituição.
  • Sobre a dengue, o Butantan, o Ministério da Saúde e a Anvisa interromperam temporariamente a vacinação para avaliar se há relação entre a vacina e ocorrências observadas.

O Superior Tribunal Militar (STM) pode corrigir um erro de 40 anos ao cassar a patente de Jair Bolsonaro, avaliou o colunista Leonardo Sakamoto. A discussão ocorreu no UOL News – 2ª edição, do Canal UOL, em meio a debates sobre possível rever provas de processo de golpe para manter patentes de militares condenados.

Segundo Sakamoto, o caso de Bolsonaro tem peso simbólico para as Forças Armadas. Segundo ele, se o STM cancelar a patente do ex-presidente, isso representaria o cumprimento da lei e uma correção de uma decisão anterior do próprio tribunal, segundo a leitura feita no programa.

A reportagem descreve ainda que Bolsonaro havia sido considerado culpado por uma corte militar inferior pelo plano de explodir o quartel, durante reivindicações salariais para militares. O STM poupou o militar na época, o que levou a desdobramentos que perduram na discussão contemporânea.

Vacina contra dengue: suspensão avalia ligação com imunizante

A suspensão temporária da vacinação contra dengue envolve o Butantan, o Ministério da Saúde e a Anvisa, que avaliam se houve relação de causa e efeito entre a vacina e ocorrências registradas. O objetivo é orientar as estratégias futuras caso haja anormalidades confirmadas.

O UOL News costuma entrar no ar de segunda a sexta, em duas edições, às 10h e às 16h, com diferentes apresentadores. Nos fins de semana, o programa é exibido aos 11h e 16h. A cobertura permanece acessível pela home do UOL, YouTube e Facebook.

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