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Congresso deve sustar decretos de Lula sobre big techs, aponta deputado

Deputado prevê sustar decretos de Lula que ampliariam poderes da ANPD e responsabilizariam plataformas, mantendo ações no Judiciário para ofensas nas redes

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  • Congresso deve sustar decretos de Lula sobre big techs, segundo a oposição, conforme o deputado Coronel Tadeu (PL-SP).
  • Em entrevista ao Café com a Gazeta, ele afirmou que decretos devem ser cancelados por meio de PDL.
  • Entre as medidas, os decretos preveem ampliar poderes da Autoridade Nacional de Proteção de Dados para fiscalizar redes sociais, responsabilizar plataformas por conteúdos de terceiros e exigir remoção de conteúdos após notificação, sem ordem judicial.
  • Tadeu destacou que o Judiciário pode ser acionado pelo cidadão que se sentir ofendido nas redes, e que a legislação atual já pune calúnia, injúria e difamação.
  • O deputado defende incorporar o cyberbullying ao Código Penal e afirmou que cercear as redes por decreto caminha para o autoritarismo, defendendo evolução da lei conforme a sociedade.

Em entrevista ao Café com a Gazeta, da Gazeta do Povo, o deputado Coronel Tadeu (PL-SP) afirmou que a oposição deve sustar os decretos do presidente Lula que tratam de big techs. Ele afirmou que já houve cancelamento de decretos por meio de PDL e indicou que essa leitura deve ser seguida.

Segundo o parlamentar, os decretos ampliarão a atuação da ANPD na fiscalização de redes sociais, ampliarão a responsabilização de plataformas por conteúdos de terceiros e estabelecerão a remoção de conteúdos após notificação, sem necessidade de ordem judicial.

A defesa de Tadeu sustenta que o cidadão pode recorrer ao Judiciário caso se sinta ofendido, e que a legislação atual já pune crimes como calúnia, injúria e difamação. O deputado ressalta que o debate não deve cercear o funcionamento das redes.

Ao defender mudanças, ele aponta a necessidade de atualizar o Código Penal para cobrir condutas tecnológicas emergentes, como o cyberbullying. Em seu entendimento, evoluir a lei é essencial, e decretos que restrinjam as redes poderiam abrir caminho ao autoritarismo.

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