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Marco Rubio diz que decepção de Trump com a OTAN será discutida no cúpula

Rubio afirma que divergências com aliados sobre ação contra o Irã serão tema central na cúpula da OTAN em julho, em Ancara

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  • O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que o presidente Donald Trump ficou desapontado com aliados da OTAN por não se envolverem mais ativamente nas operações contra o Irã, tema a ser discutido no cume de julho em Ancara.
  • Rubio afirmou que a divisão entre EUA e aliados deverá constar na pauta do encontro, sem solução imediata, com possível plano para reabrir o estreito de Hormuz caso as negociações com o Irã não avancem.
  • Reino Unido e França ofereceram liderar uma força multinacional aérea e naval para manter a segurança no estreito de Hormuz, caso haja acordo de paz entre EUA e Irã ou cessar-fogo estável.
  • Os EUA devem reduzir o número de tropas na Europa, de cerca de oitenta mil, embora detalhes sobre o tamanho exato ainda sejam incertos diante de declarações contraditórias da Casa Branca.
  • Um anúncio de redes sociais do presidente poderia ter surpreendido o Pentágono ao confirmar envio adicional de cinco mil soldados para a Polônia, em meio a mudanças de política de Washington.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o descontentamento de Donald Trump com a participação dos aliados da Otan em operações contra o Irã deve ser tema de debate na cúpula de julho, marcada para Ancara. Rubio chegou a Helsingborg para reunião de ministros das Relações Exteriores da aliança.

Ele ressaltou que o atrito entre Washington e seus parceiros não seria resolvido naquele encontro, cabendo aos líderes tratar do assunto. O comentário ocorre num momento em que os EUA pressionam pela liberdade de navegação no estreito de Hormuz, caso as negociações com o Irã não avancem.

Rubio participou de conversas sobre um possível plano B caso haja necessidade de abrir novamente o estreito, e destacou que a participação de países da Otan pode se dar de forma variada, não necessariamente por meio de uma missão exclusiva da aliança.

Desdobramentos na prática

Depois da reunião, Rubio mencionou que conversou com colegas sobre contribuições militares potenciais de outros países da Otan para manter a passagem pelo estreito de Hormuz. Ele disse que o tema poderia envolver países da aliança, ainda que não haja decisão formal.

O Reino Unido e a França já sinalizaram disposição para liderar uma força multinacional de aviação e naval para segurança de rotas comerciais, caso haja acordo de paz entre EUA e Irã ou cessar-fogo já estabelecido. A participação varia conforme o estágio diplomático.

Rubio também comentou a redução prevista de tropas dos EUA na Europa, com números estimados para cair de 80 mil, conforme revisão de compromissos mais amplos. A administração não detalhou as dimensões da redução, gerando mensagens contraditórias.

Contexto de políticas e operações

O subsecretário de Estado afirmou que a presença de bases dos EUA na região oferece opções logísticas importantes, que poderiam se tornar menos acessíveis se algumas bases não estiverem disponíveis durante um conflito. Esse tema deve entrar na pauta de Ancara.

Não houve confirmação de que qualquer aliado tenha participado ativamente da ofensiva de 38 dias contra o Irã, e nenhum país da Otan assumiu a responsabilidade por forçar a abertura do estreito de Hormuz. Espanha e França limitaram o apoio a bases e aeronaves específicas.

O governo dos EUA indicou ainda mudanças recentes em políticas de tropas na Europa, com anúncios conflitantes entre o Departamento de Defesa e a Casa Branca. A administração tem mantido diálogos com membros europeus da Otan sobre o tema.

Observações adicionais

A imprensa internacional acompanha a posição de aliados europeus diante de pressões americanas para ampliar o compromisso na região. A situação gera incertezas logísticas e operacionais para a aliança, que completa 77 anos de atuação.

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