- Thousands participaram de um ato em Whitehall, próximo a Downing Street, para protestar contra o aumento de crimes de ódio antissemita e violência.
- A mobilização chamada Standing Strong: Extinguish Antisemitism reuniu apoio de mais de trinta grupos judaicos, com líderes de partidos britânicos discursando diante da multidão.
- O protesto ocorreu após ataque em Golders Green, em 29 de abril, com o suspeito acusado de tentativa de homicídio.
- Discursos destacaram segurança para a comunidade judaica e condenação do antissemitismo; houve confrontos entre apoiadores e críticos, com acenos ao envio de mais policiais.
- Organizações religiosas assinaram uma carta aberta pedindo cooperação para enfrentar o problema; houve controvérsia sobre a participação de Nigel Farage, e o Green não participou.
No domingo, milhares de pessoas se reuniram em Whitehall, perto de Downing Street, para a manifestação Standing Strong: Extinguish Antisemitism. O objetivo foi denunciar o aumento de crimes de ódio antissemita e violência contra a comunidade judaica, em resposta a incidentes recentes.
O ato contou com participação de líderes de Partidos Conservador e Liberal Democrata, além de representantes do Labour e do Reform. Bandeiras de Israel e do Reino Unido surgiram entre os manifestantes, com pedidos de combate à antisemitismo.
Entre os pontos de pauta estavam o reforço da segurança para comunidades judaicas e críticas a atos antissemitas em Londres, que registraram recorde de ocorrências no último mês. A polícia informou planos para ampliar o efetivo de combate a esse tipo de crime.
Durante o encontro, autoridades políticas expressaram solidariedade às vítimas de violência. A líder conservadora Kemi Badenoch destacou a importância de enfrentar o extremismo global. A oposição, representada por Pat McFadden, foi recebida com vaias de parte do público.
O discurso também enfatizou a necessidade de cooperação inter-religiosa e de medidas firmes contra o terrorismo, incluindo revisões em programas de prevenção. O evento reuniu mais de 30 grupos comunitários, enfatizando uma resposta conjunta à discriminação.
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