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Flávio promete reduzir impostos e volta a ter relações pragmáticas com os EUA

Flávio Bolsonaro propõe redução de impostos e desburocratização, buscando relações pragmáticas com EUA e China e maior segurança jurídica para investimentos

Flávio Bolsonaro participou de evento da CNI em Brasília (Foto: Iano Andrade / CNI)
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  • Flávio Bolsonaro defende redução da carga tributária e desburocratização da economia, em evento da Confederação Nacional da Indústria em Brasília.
  • Propõe uma política externa baseada em relações pragmáticas com Estados Unidos e China.
  • Critica o aumento de tributos e o excesso de regulamentação; afirma que seu governo reduziria o tamanho do Estado e facilitaria os negócios.
  • Diz que o governo atual estaria com prioridade ideológica e afastado dos interesses econômicos ao tratar com Washington.
  • Afirmou que, a partir do próximo ano, haverá um presidente disposto a negociar com os Estados Unidos em igualdade, e citou a insegurança jurídica como entrave a investimentos estrangeiros.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, defendeu nesta segunda-feira a redução da carga tributária e a desburocratização da economia. Ele participou do evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em Brasília.

Durante a exposição, Flávio comparou a gestão de Jair Bolsonaro à de Luiz Inácio Lula da Silva e destacou que a administração anterior manteve responsabilidade fiscal, redução de tributos e crescimento da arrecadação em meio a crises.

O parlamentar criticou o aumento da tributação e o excesso de regulamentação, afirmando que um eventual governo manteria foco na redução do tamanho do Estado e na melhoria do ambiente de negócios.

Relação com os EUA e a China

Flávio afirmou que pretende restabelecer relações mais próximas com os Estados Unidos, valorizando acordos econômicos e investimentos, em contraste com o que chamou de apego a ideologias.

Ele disse que a partir de janeiro do próximo ano o Brasil terá um presidente disposto a negociar de igual para igual com Washington, buscando maior previsibilidade para o país.

O pré-candidato afirmou ainda que investidores estrangeiros aguardam mudanças no cenário brasileiro e atribuiu parte das dificuldades de captação de recursos à insegurança jurídica no país.

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