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Poça refletora será esvaziada enquanto Trump cita cinco prisões por vandalismo

Espelho d’água do memorial será esvaziado novamente após Trump alegar cinco prisões por vandalismo, sem evidências publicadas e com danos não verificados

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  • O reservatório refletor do Lincoln Memorial será esvaziado novamente, após Donald Trump afirmar, sem apresentar provas, que cinco pessoas foram presas por vandalismo e outras cinco estão sendo investigadas.
  • Trump disse que pessoas cortaram a lona de pintura com uma faca e citou uma suposta fenda de 290–300 pés, depois ajustada para 350 pés; também acusou uso de fertilizante na água para aumentar o crescimento de algas.
  • Repórteres presentes no domingo não encontraram evidências de danos, conforme a Washington Post.
  • O ex-presidente havia pressionado para que o monumento recebesse a pintura azul official “Old Glory Blue” para a mensagem de aniversário de 250 anos, associando o projeto a uma licitação sem concorrência.
  • Não está claro quando o pool será drenado; a DC Water autorizou temporariamente descarregar água para uma rede de esgoto, com permissão válida de 16 de junho a 2 de julho.

O reservatório refletor do Lincoln Memorial será esvaziado novamente após Trump afirmar, sem apresentar provas, que cinco pessoas foram presas por vandalismo e outras cinco estão sob investigação. A alegação envolve manchas de algas e pintura descascada após a renovação de US$ 14 milhões.

O acesso ao local foi alvo de quase coerência entre autoridades e imprensa. Reportes do Washington Post indicam que não houve evidências visíveis de danos quando jornalistas visitaram o espaço no domingo. Hábito de denúncia envolve também um ciclista olímpico que diz ter sido detido por curiosidade ao tocar parte da pintura.

Controvérsia sobre vandalismo e investigação

Trump disse que houve cortes profundos na pintura, inicialmente entre 290 e 300 pés, depois corrigidos para 350 pés, e que o alagamento envolve fertilizante na água, favorecendo o crescimento de algas. O presidente atribui a culpa a vandals, não à empresa contratada para a obra.

Quem estaria envolvido não ficou claro. Autoridades federais, incluindo o Departamento do Interior e o Serviço Nacional de Parques, não responderam a pedidos de comentário. A polícia do parque também não confirmou as prisões ou investigações mencionadas.

Contexto da obra e riscos do cenário

A obra reformou o piso inferior com tinta azul escura para celebrar o aniversário de 250 anos dos EUA. Logo após a conclusão, surgiram problemas de algae e separação da pintura, gerando críticas sobre a execução do projeto e o orçamento.

Um permitente da DC Water informou que houve emissão de uma autorização temporária para descarte de água no sistema de esgoto, com validade de 16 de junho a 2 de julho. A natureza do monitoramento da qualidade da água não foi detalhada pelas autoridades.

Repercussões e próximos passos

A administração afirma que os danos são passíveis de correção sem especificar prazos. O país acompanha a evolução do caso, sem uma confirmação oficial sobre a identidade dos supostos vandals ou o andamento das investigações. As informações oficiais permanecem não confirmadas.

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