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Brasil tem cinco universidades entre 20 melhores da América Latina, segundo ranking

Brasil tem cinco universidades entre as 20 melhores da América Latina, com destaque para as públicas, segundo o QS World University Rankings 2026

O MIT (EUA) é a melhor universidade do mundo pelo 14º ano, seguido pelo Imperial College (Reino Unido) e Stanford (EUA). (Foto: Erica Canepa/Bloomberg)
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  • O QS World University Rankings 2026 aponta cinco universidades brasileiras entre as 20 melhores da América Latina, com destaque para as instituições públicas.
  • A Universidade de Buenos Aires foi a melhor da região, ficando em 84º lugar no ranking mundial.
  • Na América Latina, o Brasil teve 24 universidades na lista, seguido por México (22) e Chile (20).
  • Entre as top dez da região, sete são públicas, incluindo a universidade com a melhor posição.
  • O ranking é baseado na avaliação de mais de 1.500 instituições em 106 países, e o MIT continua em primeiro no mundo. Além disso, apenas a Universidade de Buenos Aires entrou no top 100 global.

Brasil mantém presença de peso no QS World University Rankings 2026, com cinco universidades entre as 20 melhores da América Latina. A edição aponta USP e Unicamp como as brasileiras de melhor classificação na região.

Entre as instituições da região, a Argentina aparece com a Universdade de Buenos Aires (UBA) no topo regional, ocupando a 84ª posição global. O ranking analisa mais de 1.500 instituições de 106 países e territórios.

Ao todo, o Brasil lidera a lista regional com 24 universidades presentes, seguido pelo México (22) e Chile (20). Dentre as 20 melhores latino-americanas, sete são públicas, incluindo a posição mais alta do grupo.

Desempenho regional

A América Latina registrou recuo no ranking 2026, com apenas a UBA entre as top 100 globais (84ª). Polos brasileiros aparecem com várias instituições bem posicionadas, entre elas USP, Unicamp e Unesp.

Na lista global da região, outras brasileiras aparecem como: Universidade de São Paulo (108), Unicamp (233), Universidade Estadual de Campinas (317) e UNESP (450). A qualidade pública segue sendo destaque na região.

Contexto regional na educação

Relatório do Banco Mundial aponta que sistemas educacionais da região nem sempre entregam habilidades úteis ao trabalho. Dados indicam deficiências em matemática e leitura entre jovens de 15 anos.

O estudo cita que 22,8% das empresas da região veem força de trabalho com escolaridade inadequada como limitação relevante, acima da média global. Além disso, quase 20% dos jovens estudam ou trabalham pouco.

Tendências para o uso da mão de obra

Entre 2016 e 2024, a informalidade caiu 2,3 pontos percentuais na região, chegando a 42,1% dos trabalhadores. Projeções indicam migração de jovens para setores de serviços, com menor participação na agricultura e indústria.

Até 2030, estima-se que mais de 1,2 milhão de jovens deixarão a agricultura em 16 países, e cerca de 640 mil deixarão a indústria manufatureira. O setor de serviços deve absorver a maior parte desses trabalhadores.

Perspectivas para o emprego juvenil

Estudo Prospectivo sobre o Emprego Juvenil na América Latina aponta que mais de 60% dos jovens empregados ficarão no setor de serviços, incluindo comércio e serviços públicos, com menor participação agrícola e construção civil.

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