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Analfabetismo cai para 4,9%, menor taxa da série histórica

Analfabetismo atinge 4,9% da população, menor nível da série histórica, mas 8,4 milhões ainda não sabem ler ou escrever, com concentração no Nordeste

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
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  • Analfabetismo no Brasil caiu para 4,9% em 2025, o menor nível já registrado na série histórica.
  • O total de pessoas analfabetas é de 8,4 milhões, com queda de 592 mil em relação a 2024 (5,3%).
  • A região Nordeste concentra a maior parte dos analfabetos, com 4,8 milhões (10,6% da população da região).
  • A maior parte dos analfabetos tem 60 anos ou mais, representando 58% do total (4,9 milhões); entre 60 anos ou mais, 13,8% são analfabetos.
  • Há diferença por cor/etnia: 2,8% entre brancos e 6,5% entre pretos ou pardos.

O analfabetismo no Brasil caiu para 4,9% em 2025, o menor nível já registrado pela pesquisa PNAD Contínua, do IBGE. O dado revela que 4,9% da população adulta não sabe ler ou escrever. Pela primeira vez, o índice fica abaixo de cinco pontos percentuais desde o início da série, em 2016.

Apesar da redução, o país tem 8,4 milhões de analfabetos. Em relação a 2024, houve queda de 592 mil pessoas, já que o índice era de 5,3%. O avanço indica ganhos, mas reforça a necessidade de políticas de alfabetização em diferentes grupos.

Desigualdades regionais

Mais da metade dos analfabetos está no Nordeste, com 4,8 milhões (10,6% da população da região). Seguem Norte (5,7%), Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).

Faixa etária e etnia

Entre 60 anos ou mais estão 4,9 milhões de analfabetos, ou 58% do total. Entre 15 e 59 anos esse percentual é 2,6%. A diferença reforça a importância de ações para adultos e idosos, além de educação de crianças.

Diferenças por cor/etnia

Entre brancos, 2,8% não sabem ler ou escrever. Entre pretos ou pardos, o índice sobe para 6,5%, destacando desigualdades raciais que impactam o acesso à alfabetização ao longo da vida.

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