- Analfabetismo no Brasil caiu para 4,9% em 2025, o menor nível já registrado na série histórica.
- O total de pessoas analfabetas é de 8,4 milhões, com queda de 592 mil em relação a 2024 (5,3%).
- A região Nordeste concentra a maior parte dos analfabetos, com 4,8 milhões (10,6% da população da região).
- A maior parte dos analfabetos tem 60 anos ou mais, representando 58% do total (4,9 milhões); entre 60 anos ou mais, 13,8% são analfabetos.
- Há diferença por cor/etnia: 2,8% entre brancos e 6,5% entre pretos ou pardos.
O analfabetismo no Brasil caiu para 4,9% em 2025, o menor nível já registrado pela pesquisa PNAD Contínua, do IBGE. O dado revela que 4,9% da população adulta não sabe ler ou escrever. Pela primeira vez, o índice fica abaixo de cinco pontos percentuais desde o início da série, em 2016.
Apesar da redução, o país tem 8,4 milhões de analfabetos. Em relação a 2024, houve queda de 592 mil pessoas, já que o índice era de 5,3%. O avanço indica ganhos, mas reforça a necessidade de políticas de alfabetização em diferentes grupos.
Desigualdades regionais
Mais da metade dos analfabetos está no Nordeste, com 4,8 milhões (10,6% da população da região). Seguem Norte (5,7%), Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).
Faixa etária e etnia
Entre 60 anos ou mais estão 4,9 milhões de analfabetos, ou 58% do total. Entre 15 e 59 anos esse percentual é 2,6%. A diferença reforça a importância de ações para adultos e idosos, além de educação de crianças.
Diferenças por cor/etnia
Entre brancos, 2,8% não sabem ler ou escrever. Entre pretos ou pardos, o índice sobe para 6,5%, destacando desigualdades raciais que impactam o acesso à alfabetização ao longo da vida.
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