- A Universidade de New South Wales ficou em décima nona posição no QS World University Rankings, subindo uma posição em relação ao ano anterior.
- A Universidade de Melbourne caiu para vigésima segunda posição nesta edição.
- Nove instituições australianas atingiram posições recordes, entre 58% das universidades do país que melhoraram o ranking neste ano.
- O ranking avaliou mais de mil e quinhentas instituições em cento e seis países; o Massachusetts Institute of Technology manteve o topo pelo décimo quinto ano.
- Autoridades destacaram ganhos de curto prazo e alertas sobre custos de visto, satisfação estudantil e necessidade de investimentos contínuos em ensino, pesquisa e parcerias internacionais.
A Universidade de New South Wales (UNSW) ultrapassou pela primeira vez a Universidade de Melbourne no ranking global de universidades. A UNSW ficou em 19º lugar no QS World University Rankings 2027, subindo uma posição em relação a 2026 e somando 30 posições desde 2017. A instituição foi destacada pela empregabilidade, sustentabilidade, reputação e parcerias internacionais.
A Melbourne caiu de 19º para 22º neste levantamento, após recuar sete posições em relação a 2024, quando ocupava o 12º lugar. Ao todo, 58% das instituições australianas avaliadas melhoraram seu desempenho este ano, com nove atingindo marcas recordes.
Panorama nacional e internacional
Entre as instituições da Austrália, 37 de 43 universidades reconhecidas foram classificadas, o maior número já registrado pela QS. Internacionalmente, MIT (EUA) manteve o topo pelo 15º ano consecutivo, com Imperial College London e Stanford empatadas em segundo.
Reações oficiais e leituras do relatório
O reitor da UNSW, Prof. Attila Brungs, afirmou que a posição mais alta no país amplia oportunidades de impacto e rede global para alunos e funcionários. O reitor interino da Melbourne, Prof. Glyn Davis, destacou foco em parcerias globais e excelência docente e investigativa.
A CEO da QS, Jessica Turner, ressaltou ganhos locais de 21 universidades australianas e apontou desafios como custos de visto e satisfação estudantil. especialistas apontaram que o país precisa investir na experiência estudantil para sustentar a competitividade a longo prazo.
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