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MEC esclarece dúvidas sobre o Programa Escola Nacional de Hip-Hop

MEC realiza webinário para esclarecer adesão e implementação do Programa Escola Nacional de Hip-Hop, com orientações a gestores

Hip-Hop
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  • O Ministério da Educação (MEC) fará uma transmissão ao vivo na quinta-feira, 11 de junho, para debater o Programa Escola Nacional de Hip-Hop (H2E), em parceria com a Undime; o evento será às 15h no YouTube do MEC e no Conviva Educação e incluirá demonstração do sistema de adesão e espaço para dúvidas.
  • O H2E integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola e visa usar a cultura hip‑hop como instrumento pedagógico, fomentar inovação curricular e fortalecer o ensino de história e culturas afro-brasileiras, africanas e indígenas.
  • Entre 2026 e 2027, o programa terá investimento de R$ 50 milhões.
  • Redes de ensino estaduais, municipais e distritais podem aderir formalmente ao programa até 30 de junho, exclusivamente pelo Sistema de Monitoramento, Execução e Controle (Simec).
  • Participam da agenda representantes do MEC, Unesco, Undime e secretarias e conselhos de educação, com foco em identidade, decolonialidade curricular e uso de tecnologias para melhorar o clima escolar e a aprendizagem em direitos humanos, diversidade e cidadania.

O MEC promoverá, nesta quinta-feira, 11 de junho, uma transmissão ao vivo para esclarecer dúvidas sobre o Programa Escola Nacional de Hip-Hop (H2E). O debate, realizado em parceria com a Undime, busca apresentar o programa, orientar gestores sobre adesão e implementação. A transmissão ocorre às 15h, pelos canais do MEC e Conviva Educação no YouTube.

O encontro terá momento dedicado à navegação do sistema de adesão e espaço para dúvidas dos participantes. A iniciativa faz parte das diretrizes nacionais para valorização da cultura hip-hop, conforme Decreto 11.784/2023, e visa integrar o hip-hop como instrumento pedagógico, fortalecer formação de docentes e cumprir a obrigação de abordar histórias afro-brasileiras, africanas e indígenas na educação básica.

Participantes

A equipe do MEC será representada pela secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo, e pelo coordenador-geral da Equidade Educacional, Caio Callegari. Também confirmaram presença Leandro Bossini, consultor da Unesco; Socorro Batista, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação; Cristiane Franco, representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais; e Luiz Miguel Garcia, presidente da Undime.

Adesão e contexto

Entre as diretrizes está a adesão ao H2E pelas redes estaduais, municipais e distritais até 30 de junho, exclusivamente via Simec. O programa integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e busca melhorar a identidade, decolonialidade curricular e uso de tecnologias na educação. O investimento estimado para 2026-2027 é de cerca de R$ 50 milhões.

Objetivos e impactos esperados

O H2E utiliza o hip-hop como ferramenta de engajamento juvenil e promoção de direitos humanos, diversidade e cidadania. Entre os objetivos estão ampliar a representatividade, melhorar a proficiência em leitura, ciências e matemática e fortalecer o clima escolar, com ações que substituam o uso de celulares durante intervalos. O programa é apresentado como estratégia inovadora na educação básica.

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