- O Ministério da Educação participou do II Fórum de Ensino Superior promovido pela Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, em 1º de junho, para debater expansão e regulação da educação superior e da educação profissional e tecnológica.
- Pela manhã, painéis trataram do papel regulatório do Estado e do impacto das diretrizes pedagógicas, com a presença da secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Marta Abramo, e de representantes do Inep.
- Abramo destacou que a expansão da educação superior avança com crescimento de matrículas e interiorização da EaD, mas há desafios de qualidade, inclusão e permanência, que devem ser assegurados por avaliação e regulação integradas.
- À tarde, o foco fez a relação entre formação superior, pesquisa e EPT, com o secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli, apresentando a Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica e sua convergência com o Plano Nacional de Educação.
- Bregagnoli informou sobre a criação de 111 novas unidades de institutos federais, foco em cursos técnicos integrados ao ensino médio e a oferta de três cursos de pós-graduação lato sensu voltados à EPT, com mais 27 mil matrículas.
O Ministério da Educação participou, na segunda-feira, 1º de junho, do II Fórum de Ensino Superior promovido pela FGV, no Rio de Janeiro. O evento reuniu gestores, acadêmicos e especialistas para debater expansão, regulação e qualidade da educação superior e da EPT no país. A presença do MEC ressaltou a busca por alinhamento entre oferta de vagas e padrões de qualidade e inclusão.
A programação avaliou o papel regulatório do Estado e o impacto das diretrizes pedagógicas no ensino. Pela manhã, o foco foi currículos e avaliação, com participação de Marta Abramo, secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior, e representantes do Inep. As falas destacaram avanços e desafios.
Abramo informou sobre a expansão da educação superior, com mais matrículas e interiorização da EaD. Ela apontou ganhos de acesso, mas também entraves regulatórios da Nova Política de EaD. O MEC tem reduzido estoque de processos e fortalecido normas e transparência.
A secretária ressaltou a necessidade de consolidar a expansão com qualidade. Segundo ela, o país já oferece vagas suficientes para metas do PNE, mas precisa de inclusão, permanência e conclusão, amparadas por avaliação e regulação consistentes.
Na parte da tarde, o debate tratou da relação entre formação superior, pesquisa e EPT. Marcelo Bregagnoli, secretário de Educação Profissional e Tecnológica, detalhou a Política Nacional de EPT e sua convergência com o PNE.
Bregagnoli destacou mecanismos técnicos de acompanhamento, como análises bienais para medir metas. Também ressaltou o SINEPT, criado em parceria com o Inep, como referência para avaliação da Educação Profissional e Tecnológica.
O secretário informou sobre a criação de 111 novas unidades de institutos federais para ampliar matrículas, especialmente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. Além disso, mencionou três cursos de pós-graduação lato sensu para formação de profissionais na EPT.
O MEC ainda destacou que a oferta educacional, com qualidade, depende de ações federais de fomento. A apresentação enfatizou a importância de acompanhar resultados e manter o diálogo entre educação superior, pesquisa e EPT.
Assessoria de Comunicação Social do MEC informou que as informações também vieram da Seres e da Setec, reforçando a integração entre regulação, supervisão e educação profissional. O evento consolidou visões sobre o futuro da educação no país.
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