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Alunos da USP cobram diálogo com a reitoria

Estudantes da USP promovem novo ato por diálogo com a reitoria; comissão de moderação criada para abrir ciclo de interlocução, primeira reunião ainda será marcada

São Paulo (SP), 13/05/2026 - Protesto de estudantes por melhores condições das universidades. Foto: Guilherme Jeronymo/Agência Brasil
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  • Estudantes da USP realizaram novo ato na noite desta quarta-feira (13) pedindo diálogo com a reitoria, no centro de São Paulo.
  • A greve da universidade completa quase um mês, com pautas que incluem permanência estudantil, fim da terceirização de restaurantes universitários e impedir cortes no orçamento.
  • O movimento já ocupou a reitoria no campus Cidade Universitária na semana passada; o local foi reintegrado no domingo, com denúncias de abuso policial.
  • A reitoria informou ter criado uma Comissão de Moderação e Diálogo Institucional para abrir um novo ciclo de interlocução com a representação estudantil, com a primeira reunião a ser agendada em breve.
  • A mobilização conta com apoio de professores municipais e parlamentares de esquerda.

O ato de estudantes da Universidade de São Paulo ocorreu na noite desta quarta-feira (13) na região central de São Paulo. O objetivo foi reivindicar diálogo com a reitoria, após quase um mês de greve dos alunos, que cobra reforço em políticas de permanência estudantil e outras medidas.

Entre as pautas da mobilização estão a retirada da terceirização dos restaurantes universitários, a criação de canais permanentes de negociação e garantia de recursos para a educação. Os estudantes também pedem maior participação na gestão dos espaços estudantis e o fim dos cortes orçamentários na universidade.

Comissão de Diálogo da USP

A reitoria informou que criou uma Comissão de Moderação e Diálogo Institucional, com a meta de abrir um novo ciclo de interlocução com a representação estudantil. A primeira reunião da comissão deve ser marcada em breve, segundo a universidade.

A mobilização contou com apoio de professores municipais, que também reivindicam reajuste salarial, além de parlamentares de partidos de esquerda. O movimento já ocupou a reitoria no campus da Cidade Universitária na semana passada; a área foi reintegrada no último domingo. Os estudantes denunciaram abuso de força policial durante a ação.

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