- A Pace gallery planeja reduzir a equipe de cerca de 250 para 200 funcionários e cortará até 50 artistas dos seus 135.
- O CEO Marc Glimcher diz que o modelo atual é “imfixável” e que o surgimento de custos não é sustentável no mercado de arte.
- A galeria continuará operando globalmente, mantendo presença nas locais atuais, sem confirmar o fechamento de espaços.
- A notícia surge após o fechamento da Tiwani Contemporary, em Londres, citando aumento de custos operacionais e incertezas de mercado.
- Analistas apontam que, apesar de haver mais estreias do que fechamentos, a prática de reduzir operações pode sinalizar uma tendência na indústria para tempos mais慎 rápidas.
A Pace Gallery pretende reduzir sua equipe de cerca de 250 para 200 funcionários, cortando também até 50 artistas entre os 135 vinculados à rede de galpias. A medida é anunciada como parte de uma reavaliação estratégica para enfrentar mudanças no mercado.
O presidente-executivo Marc Glimcher descreveu o modelo atual como “impossível de consertar”, afirmando que o ritmo de expansão constante e o aumento de preços no mercado primário já não sustentam a operação nem beneficiam artistas.
A Pace manterá atuação global com presença em locais atuais. Não houve confirmação sobre o possível fechamento de espaços, que vão desde a sede de Nova York até lojas em Seul e Londres, segundo a divulgação feita ao The Art Newspaper.
Contexto do Mercado
A notícia da redução de Pace acompanha o fechamento recente da Tiwani Contemporary, galerie londrina e nigeriana fundada em 2011, citando custos operacionais crescentes e incertezas do mercado como fatores. Analistas ressaltam que abrir galerias é fácil, manter não é.
Especialistas lembram que, embora haja novas aberturas, a pressão financeira impõe cautela. Some-se a isso o uso de eventos de mercado, como feiras, para manter a relevância, enquanto operações menores ganham espaço para sustentar a fiscalização de custos.
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