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Fachin: Judiciário pode sofrer críticas e enfrentar ataques infundados

Fachin afirma que o Judiciário pode ser criticado para aperfeiçoamento e deve manter serenidade diante de ataques infundados, em abertura no STJ

Fachin: 'Defender as instituições sem idolatrá-las'
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  • O presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que o Judiciário pode receber críticas para aperfeiçoamento e precisa ser resiliente diante de incompreensões e ataques infundados.
  • A fala ocorreu na abertura da 1ª Reunião Preparatória para o 20º Encontro Nacional do Poder Judiciário, no Superior Tribunal de Justiça.
  • Fachin ressaltou que a legitimidade do Poder Judiciários depende da confiança pública construída pelo trabalho diário, responsável e íntegro de magistrados.
  • Ele mencionou a articulação de um código de conduta para os tribunais superiores, com a ministra Carmen Lúcia como relatora.
  • O texto também aborda o Caso Master, com menção a ligações entre ministros e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, incluindo investigações de contratos e pagamentos envolvendo o banco.

O presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que o Judiciário pode receber críticas para aperfeiçoamento, mantendo-se resiliente diante de incompreensões e ataques infundados. A declaração ocorreu na abertura da 1ª Reunião Preparatória para o 20º Encontro Nacional do Poder Judiciário, no STJ.

Fachin destacou que é possível criticar as instituições para fortalecê-las, preservando-as como patrimônio civilizatório. Ele ressaltou a importância da serenidade ao tomar decisões e da firmeza para agir, mesmo em tempos de desafio.

O ministro afirmou ainda que a legitimidade do Judiciário depende do merecimento cotidiano da confiança pública, construída pelo trabalho responsável de magistrados. Ele sinalizou a meta de aprovar um código de conduta para tribunais superiores, com a relatoria de Carmen Lúcia.

Caso Master: investigações e ligações envolvendo o STF

O STF foi colocado no centro de investigações após revelações sobre supostas ligações entre ministros e o empresário Daniel Vorcaro, dono de banco preso. Dias Toffoli era o relator das ações ligadas ao caso, mas deixou o posto após informações sobre participação de empresas associadas ao Master.

Alexandre de Moraes foi citado em reportagens de O Globo que apontaram contatos de Vorcaro com o ministro na época da prisão. Os registros envolvendo o relacionamento entre as partes estão sob apuração.

Além disso, consta que o escritório da esposa de Moraes tinha contrato com o Master, com estimativa de pagamento de quase R$ 129 milhões em três anos. Dados da Receita Federal indicam pagamentos do banco, totalizando cerca de R$ 80 milhões entre 2024 e 2025.

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