- Advogados de Jair Bolsonaro pedem a Moraes que retire a limitação de tempo das reuniões entre o ex-presidente e a defesa para o depoimento sobre a arma apreendida; a oitiva será presencial na terça-feira, dia 23, e ele não pode usar equipamentos de comunicação, sem decisão sobre a flexibilização.
- A oitiva será conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal.
- Completarão 90 dias desde a alta do hospital DF Star e o início da prisão em regime domiciliar humanitário, mas a oitiva ocorrerá antes do fim desse prazo.
- A arma encontrada com um sargento cedido ao Gabinete de Segurança Institucional, durante uma blitz, está registrada em Bolsonaro; o militar afirmou ter pegado para consertar e devolver no dia seguinte.
- Bolsonaro passou por cirurgia no ombro durante a prisão domiciliar e continua em recuperação de broncopneumonia; há restrições de rotação do ombro e alterações residuais no pulmão esquerdo.
O depoimento de Jair Bolsonaro envolve a arma apreendida com um sargento da equipe de segurança. Advogados pedem que Moraes retire a limitação de tempo das reuniões de defesa para o preparo, com o objetivo de facilitar o ato. A oitiva será presencial na terça-feira, no DF, ainda sem decisão sobre a flexibilização.
Os advogados alegam violação ao direito à ampla defesa e dizem que a interlocução com a defesa é essencial antes do depoimento. A defesa busca manter o cronograma sem atrasos, segundo a petição apresentada ao STF.
Bolsonaro recebeu alta médica de hospital em Brasília há 90 dias e cumpre prisão domiciliar humanitária. O depoimento está vinculado a uma arma registrada em seu nome encontrada durante uma abordagem de blitz envolvendo o serviço de segurança ligado ao ex-presidente.
Arma apreendida e desdobramentos
A arma foi encontrada dentro do carro de um sargento cedido ao Gabinete de Segurança Institucional, que defendia Bolsonaro. Em depoimento, o sargento afirmou ter pego a pistola para consertar e que devolveria a arma no dia seguinte.
A Polícia Civil do Distrito Federal acompanha o caso e informou que houve falha na ciência pessoal do intimando. A oitiva do ex-presidente está prevista para ocorrer antes da conclusão do prazo de 90 dias da prisão domiciliar.
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