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Jaques Wagner é alvo de busca e apreensão em operação do caso Master

PF deflagra a nona fase da operação Compliance Zero; 18 mandados, incluindo o senador Jaques Wagner, apura corrupção, lavagem de dinheiro ligadas ao Banco Master

Além do senador e líder petista, há um mandado contra o empresário Augusto Lima. Nova fase foca na Bahia. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
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  • A Polícia Federal cumpre 18 mandados de apreensão na 9ª fase da operação Compliance Zero, autorizados pelo ministro do STF André Mendonça.
  • Um dos alvos é o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, ao lado do empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master.
  • A ação investiga corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro relacionadas ao esquema do Banco Master.
  • A nova fase aprofunda apurações sobre possível participação de agentes públicos e o pagamento de vantagens indevidas no contexto das fraudes atribuídas ao banco.
  • A operação foi deflagrada pela primeira vez em novembro de 2025, inicialmente centrada na criação de carteiras de crédito sem lastro e na emissão de títulos fraudulentos pelo Banco Master, e expandiu para autoridades e possíveis estruturas de intimidação e espionagem associadas.

A Polícia Federal cumpre nesta quinta-feira 18 mandados de apreensão, expedidos pelo ministro do STF André Mendonça, na 9ª fase da operação Compliance Zero. A ação apura corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro no contexto do Banco Master.

Entre os alvos está o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, e o empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master. As ações visam investigações sobre participação de agentes públicos e vantagens indevidas.

A nota oficial da PF informa que a nova etapa aprofunda apurações sobre supostos pagamentos ilícitos ligados ao esquema do grupo financeiro. A investigação já teve início em novembro de 2025, com foco em carteiras de crédito sem lastro e títulos fraudulentos.

Detalhes da operação

A PF detalha que a nona fase expande o escrutínio sobre estruturas paralelas de intimidação e espionagem associadas ao caso. As investigações abrangem possíveis indícios de fraude financeira e cooptação de agentes públicos, em diferentes esferas de poder.

A ação de hoje faz parte de um conjunto de diligências para esclarecer responsabilidades, fontes de recurso e a extensão das redes envolvidas. Autoridades reiteram que as informações são parte de um processo em andamento e que não há conclusão a ser divulgada.

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