- Merlin Lu, 21 anos, foi preso e indiciado em Chicago por quatro acusações qualificadas como crime grave e quatro acusações menores relacionadas ao acendimento de uma cruz no Grant Park, ocorrido em nove de junho.
- Duas das acusações são de crime de ódio, somadas a arrombamento/arson e dano ao patrimônio da cidade, totalizando oito acusações.
- A polícia havia divulgado fotos de uma “pessoa de interesse” na semana anterior, mostrando um jovem com aspecto de vinte e poucos anos, com mochila preta.
- O reverendo Michael L. Pfleger ofereceu recompensa de dez mil dólares pela identificação do autor, descrevendo o ato como premeditado e ligado a símbolos de ódio associadas à Ku Klux Klan.
- Lu disse a NBC Chicago que seu protesto não teve relação com raça ou gênero; afirmou ter colocado um boné vermelho sobre a cruz para protestar contra o presidente Donald Trump. Ele deve comparecer a audiência de custódia na quinta-feira.
Um jovem de 21 anos foi indiciado por crime de ódio após atear fogo a uma cruz no Grant Park, em Chicago, na semana passada. Merlin Lu admitiu a prática e está detido, segundo a polícia da cidade.
O caso envolve quatro acusações graves e quatro de natureza menor. Entre as acusações estão dois crimes de ódio, além de arson e dano à propriedade da cidade. As demais incluem perturbação da paz, conduta imprudente e acender a cruz para intimidar.
A polícia divulgou imagens de uma pessoa de interesse que supostamente fugiu do local. O suspeito aparece com cabelos escuros, mochila preta, calças escuras e tênis brancos.
O reverendo Michael L. Pfleger, pastor da Faith Community of Saint Sabina, ofereceu recompensa de 10 mil dólares pela captura do autor. Pfleger descreveu o ato como premeditado e ligado a símbolos de ódio e supremacia.
Lu disse à NBC Chicago que seu protesto não teria relação com raça ou gênero. Ele afirmou ter colocado a cruz como forma de protesto contra o presidente dos EUA da época, Donald Trump.
Segundo Lu, ele carregou tábuas de madeira até o Grant Park na tarde da terça-feira anterior ao incidente, montou a cruz com papel higiênico e álcool para incendiar. Ele negou ser ligado a qualquer organização.
A defesa e a data da audiência de custódia devem ocorrer nesta quinta-feira. As autoridades destacam que o episódio gerou denúncia de ataque a um símbolo historicamente associado ao racismo.
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