- O juiz da Audiencia Nacional, José Luis Calama, rejeitou o pedido de adiamento da declaração do ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero.
- A defesa havia solicitado atrasar a oitiva após o Ministério Público ter imputado a Zapatero dois novos delitos: contrabando e contra a Hacienda pública, relacionados a joias avaliadas em 1,3 milhão de euros.
- O magistrado explicou que a citação não afeta o direito de defesa, pois os fatos já constavam na causa principal e não houve fatos novos na ramificação sobre as joias.
- Abertura da peça separada ocorreu em 12 de junho, mas o fundamento é o encontro das joias, que já era conhecido desde 19 de maio, quando a Unidade de Delinqüência Econômica e Fiscal registrou o despacho no escritório de Zapatero.
- A decisão mantém a declaração prevista para quarta-feira, sem atraso.
O juiz da Audiencia Nacional José Luis Calama rejeitou o pedido de atraso da declaração do ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero. O depoimento solicitado envolve a peça separada relacionada a joias avaliadas em 1,3 milhão de euros.
A defesa havia pedido o adiamento após a Polícia ter imputado a Zapatero dois novos delitos: contrabando e crime contra a Hacienda Pública, ligados às joias encontradas no seu escritório. A decisão foi publicada nesta semana.
O magistrado informou que a citação não reduz o direito de defesa, já que os fatos que embasam a nova imputação já constavam na causa principal. A abertura da peça separada foi anunciada em 12 de junho.
Segundo o juiz, o hallazgo das joias já era conhecido desde 19 de maio, quando a Unidade de Delinquência Econômica e Fiscal (UDEF) registrou o despacho do ex-presidente e apreendeu as peças na sua caixa forte.
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