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Funcionários da TV Justiça entram em greve por atraso de pagamento

Funcionários da TV Justiça entram em greve por atraso de salários, FGTS e ticket alimentação; STF avalia nova empresa em licitação enquanto teme direitos trabalhistas pendentes

STF em audiência que validou lei sobre igualdade salarial entre gêneros
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  • Funcionários da TV Justiça, do STF, entram em greve a partir de segunda-feira (15) por atraso de salários, falta de depósitos do FGTS há quase um ano e não pagamento do ticket alimentação.
  • Os prestadores são contratados pela Fundac, que está sob investigação e em recuperação judicial; cinco profissionais ainda não receberam os salários.
  • O STF acompanha o caso, aplica sanções, notificações e multas à Fundac e busca outra empresa por meio de licitação, com prazo de análise até este mês.
  • O STF desclassificou a Fundac da licitação da TV Justiça devido ao histórico de não pagamento do FGTS.
  • A imprensa do STF elaborou um plano de contingência, mas a TV Justiça não ficará fora do ar durante a transição para a nova empresa.

Funcionários da TV Justiça, vinculada ao STF, entram em greve por atraso de salários, falta de depósitos do FGTS há quase um ano e falhas no ticket alimentação. Os prestadores são contratados pela Fundac, em recuperação judicial e sob investigação.

O STF informou que acompanha o caso com atenção e tem aplicado sanções, notificações e multas à Fundac pela falha na prestação dos serviços. Uma licitação está em andamento para que outra entidade assuma as tarefas.

A concorrência busca substituir a Fundac na gestão da TV Justiça e de outros setores. O prazo para análise das propostas vence ainda neste mês, segundo o tribunal.

Jornalistas, radialistas, cinegrafistas e técnicos responsáveis pelas transmissões prometem paralisação a partir de segunda-feira, 15. A decisão foi tomada de forma unânime, envolvendo mais de 80 empregados.

Entre as irregularidades apontadas, destacam-se atrasos salariais, não pagamento de FGTS há quase um ano e não repasse de valores descontados para pensão alimentícia de colaboradores. Cinco prestadores ainda não receberam.

Três contratos da Fundac atendem diferentes categorias. Dois possuem mecanismos de garantia para trabalhadores; o acordo que cobre a TV Justiça não tem essa salvaguarda. O STF desclassificou a Fundac da licitação pela narrativa de inadimplência.

Os prestadores ressaltam temor de que a transição para a nova empresa traga direitos trabalhistas pendentes, com risco de não pagamento de verbas rescisórias e multas legais. A fonte aponta necessidade de solução imediata.

Para evitar interrupção completa, o STF elaborou um plano de contingência. Apesar da paralisação, a Secretaria de Comunicação garante que a TV Justiça continuará no ar durante o processo.

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