- AtlasIntel afirma confiar na reversão da decisão que suspende a divulgação da pesquisa sobre Flávio Bolsonaro.
- Kassio Nunes Marques, presidente do Supremo Tribunal Federal, acolheu pedido liminar do pré-candidato para barrar o levantamento, publicado em dezoito de maio.
- A sondagem apontou queda de sete pontos percentuais nas intenções de voto em eventual segundo turno contra o presidente Lula.
- O áudio da conversa entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro foi incluído no fim da pesquisa, para uso analítico, após o questionário principal ter sido respondido.
- A decisão será submetida ao plenário do Tribunal Superior Eleitoral, com o instituto defendendo a robustez técnica do estudo.
O AtlasIntel afirmou manter a confiança na reversão de uma decisão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, que suspendeu a divulgação de sua mais recente pesquisa sobre a eleição presidencial. O instituto destacou que respeitará a liminar, mas afirma ter respaldo técnico suficiente para esclarecer o caso.
A liminar, requerida pelo pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL), foi acolhida no dia 8. A decisão interrompeu a publicação de um levantamento publicado em 19 de maio, que indicava queda de sete pontos percentuais nas intenções de voto do senador em um eventual segundo turno contra Lula (PT).
O motivo alegado envolve a inclusão de uma conversa gravada entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, então proprietário de banco, no material da pesquisa. O AtlasIntel afirmou que a gravação foi inserida apenas na fase final do estudo, após o núcleo de perguntas sobre aprovação do governo e intenção de voto.
Detalhes da decisão e próximos passos
Kassio Nunes Marques encaminhou o caso ao plenário do TSE para deliberação. O ministro justificou a urgência pela possibilidade de efeitos duradouros no contexto eleitoral, dada a ampla difusão de conteúdos digitais.
O AtlasIntel reiterou que o questionário principal foi concluído antes de qualquer contato com o conteúdo audiovisual. O instituto acrescentou que os testes com áudio tiveram função analítica específica, não influenciando o questionário inicial.
Reação e impactos na cobertura
A instituição sustenta que pesquisas posteriores já apontaram tendências semelhantes, o que, segundo ela, demonstra que os resultados refletem a opinião pública do período estudado. A defesa ressalta a robustez técnica e a legalidade do estudo, mesmo com a controvérsia sobre o áudio.
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