- A promotoria apresentou a terceira denúncia superveniente contra Durk Banks (Lil Durk), acrescentando acusações de murder in aid of racketeering e conspiracy to commit stalking, ampliando o caso para uma investigação de organizações criminosas.
- A nova denúncia menciona o assassinato de um suposto rival em Chicago em 27 de janeiro de 2022, alegando que Banks atuou como líder de uma gangue de rua e ofereceu uma recompensa que levou ao homicídio.
- Segundo o documento, Banks levou um milhão de dólares em dinheiro a um estúdio de música após o suposto atentado, e uma suposta cúmplice publicou nas redes sociais uma foto exibindo a recompensa monetária.
- A denúncia amplia o período de acusações para além de 2020, incluindo ainda uma tentativa de murder em Atlanta em fevereiro de 2019, supostamente motivada por uma disputa sobre a compra de um carro roubado.
- As acusações também incorporam o esquema de murder-for-hire em Los Angeles em 2022 já citado em casos anteriores; Banks nega as acusações e seus advogados classificam as novas acusações como tentativa de “rebranding” do caso.
Um grande júri adicionou novas acusações ao caso de murder-for-hire envolvendo o rapper Lil Durk, transformando a acusação federal em um esquema de racketeering. A nova denúncia de terceira supersede cita Durk Banks como líder de uma gangue de rua em Chicago e envolve homicídio. As novas acusações foram apresentadas nesta semana.
A peça processual acrescenta o assassinato de um suposto membro de gangue rival, ocorrido em 27 de janeiro de 2022, em Chicago. Além disso, afirma que Banks ofereceu uma recompensa de até US$ 1 milhão, com uma suposta postagem em rede social exibindo o prêmio. A citação usa trechos da letra de uma de suas músicas.
A denúncia também remanda a uma tentativa de homicídio em Atlanta, em 5 de fevereiro de 2019, supostamente motivada por uma disputa sobre a compra de um carro roubado. Segundo os promotores, houve troca de tiros que feriu o vendedor não identificado.
O novo veredito inclui a qualificadora de murder in aid of racketeering, combinando os casos de Atlanta, Chicago e um suposto complô de homicide em Los Angeles em 2022. A acusação cita leis estaduais de homicídio, tentativa de homicídio e conspiração para cometer homicídio.
Banks, de 33 anos, já havia se declarado inocente das acusações anteriores. O réu nega que tenha utilizado linguagem codificada para contratar supostos sicários para agir em Los Angeles, em 2022, alegadamente para matar alguém em plena luz do dia.
A defesa qualificou a nova acusação como tentativa final de arranjar um caso fraco, dizendo que a denúncia atual é um remendo. Os advogados alegam que o estado de cada fato é incerto e que o material de apoio muda conforme depoimentos de testemunhas.
Caso levará Durk Banks a julgamento, com data ainda não definida, mantendo a defesa firme na contestação de provas e procedimentos. Os promotores sustentam que as novas acusações ampliam a natureza criminosa do esquema.
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