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Justiça solicita quebra de sigilo bancário de Casares e envolvidos em camarotes

Justiça solicita quebra de sigilo bancário de Julio Casares e outros investigados em esquema de camarotes no Morumbi, com apurações sobre possível desvio em vendas de jogadores

Casares deixou a presidência do São Paulo (Foto: Renato Padalka/Ekobanpress)
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  • A Justiça pediu a quebra de sigilo bancário de Julio Casares e de outras pessoas ligadas ao São Paulo para analisar movimentações financeiras no esquema de comercialização clandestina de camarotes no Morumbi.
  • A apuração envolve a venda irregular de camarotes corporativos e resultou na expulsão de diretores do clube.
  • O esforço de investigação é realizado por força-tarefa entre Ministério Público e Polícia Civil, com o inquérito aberto após sugestão do Ministério Público e segredo de justiça.
  • Além de Casares, também aparecem na investigação Mara Casares, Douglas Schwartzmann, Marcio Carlomagno e Rita de Cassia Adriana Prado, com âncoras em áudios vazados e possível desvio na venda de jogadores.
  • Os promotores José Reinaldo Carneiro e Tomás Ramadan, junto com Tiago Correia, da Polícia Civil, conduzem as apurações; o caso ganhou destaque em dezembro do ano passado.

O Poder Judiciário autorizou a quebra de sigilo bancário de Julio Casares e de outras pessoas citadas na investigação sobre a venda de camarotes no Morumbi. A medida visa acessar o histórico financeiro dos investigados, com o objetivo de identificar entradas, saídas de recursos e possíveis operações suspeitas. A investigação ocorre no âmbito de um processo iniciado no fim do ano passado.

Entre os investigados estão Mara Casares, Douglas Schwartzmann, Marcio Carlomagno e Rita de Cassia Adriana Prado. A ação busca apurar irregularidades na comercialização de camarotes corporativos e eventuais desvios ligados a operações no clube. Os pedidos foram apresentados pelo Ministério Público e avaliados pela Justiça.

Primeiro desdobramento e andamento

A força-tarefa envolve promotores do Ministério Público e a Polícia Civil, por meio do DPPC. O inquérito tramita em segredo de Justiça para proteger as diligências e fortalecer a investigação. O MP foi responsável pelo pedido inicial de abertura do inquérito, que deu origem ao trabalho policial.

Outras frentes em apuração

Há apuração sobre áudios envolvendo Schwartzmann e Mara Casares em relação à comercialização de ingressos. Também investiga-se possível desvio de dinheiro na venda de jogadores, com participação de dirigentes do São Paulo e de empresários. As apurações seguem em andamento.

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