- O Departamento de Justiça removeu do site comunicados sobre casos criminais relacionados ao ataque de 6 de janeiro de 2021, chamando as informações de “propaganda partidária”.
- A ação é vista como parte de um esforço da administração Trump para reescrever a história do ataque ao Capitólio, quando apoiadores do ex-presidente invadiram o prédio para impedir a certificação da eleição de 2020.
- Na segunda-feira, foi anunciado um fundo de $1.776 bilhões para compensar aliados de Trump que se mobilizam contra investigações consideradas injustas, segundo o governo.
- O procurador-geral interino, Todd Blanche, não descartou que rioters condenados por violência possam ter direito a pagamentos, gerando críticas bipartidárias no Congresso.
- Entre os comunicados removidos estavam casos de conspiração sediciosa contra membros de Proud Boys e Oath Keepers, com decisões recentes pedindo a anulação de condenações ou arquivamento de processos.
O Departamento de Justiça removeu do site oficial comunicados sobre casos criminais relacionados ao ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021. A agência informou que tais informações foram retiradas, descrevendo as divulgações como propaganda partidária.
A retirada envolve anúncios de acusações, condenações e sentenças ligadas àqueles eventos. A ação ocorre em meio a mudanças sob a administração Trump e à revisão histórica do episódio, que contou com apoio de manifestantes pró-Trump.
A campanha de retirada é acompanhada por declarações públicas e justificativas de funcionários. Em 2025, Trump concedeu perdões e comutações a pessoas envolvidas, aumentando o foco sobre o tema.
Entre os comunicados removidos estão processos por conspiração sediciosa contra membros de grupos de extrema direita, como Proud Boys e Oath Keepers. A Justiça pediu, e o tribunal federal adiou certas condenações nesses casos.
O tema gerou divergência política; o DOJ também divulgou informações sobre um fundo de 1,776 bilhão de dólares para compensar aliados de Trump que se sentirem injustiçados. A agência não especificou elegibilidade detalhada para casos de violência.
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