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Congresso defende lei da dosimetria diante de ações no STF

Congresso sustenta validade da dosimetria após ajuste de redação; STF analisa constitucionalidade e mantém suspensas as reduções até decisão final

Entidades e partidos alegaram falhas no procedimento e pediram anulação de derrubada do veto. (Foto: Rodolfo Stuckert/CNJ)
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  • Câmara e Senado protocolaram defesas sobre a validade da lei da dosimetria, após a derrubada do veto do presidente Lula.
  • A principal polêmica é que o Senado teria mudado o sentido da lei ao aceitar a sugestão de Sergio Moro; o Congresso sustenta que foi apenas um ajuste de redação, mantendo direito a sair da cadeia mais cedo para condenados por crimes contra a democracia.
  • O fatiamento do veto determinou que parte da lei não precisaria de nova análise, já que outras leis trataram do tema de forma mais rígida; o objetivo é manter apenas o que ainda é relevante.
  • O prazo de vinte e quatro horas para análise é questionado por críticos; o Senado afirma que o tempo é decisão interna das comissões, e a defesa técnica aponta que há limite máximo, mas pode haver menor prazo para acelerar votação.
  • As reduções de pena previstas pela lei estão suspensas por decisão do ministro Alexandre de Moraes, que atua como relator de ações que buscam a anulação da atuação do Congresso.

O Congresso protocolou defesas nesta segunda-feira, 18, para sustentar a validade da lei da dosimetria diante de questionamentos do STF. As peças apontam falhas de procedimento e mérito após o veto presidencial ter sido derrubado recentemente. O objetivo é manter dispositivos que reduzem penas de condenados por crimes contra a democracia, sob regras já vigentes.

Advocacias da Câmara e do Senado afirmam que a mudança no texto foi apenas de redação. Segundo os técnicos, não houve alteração no sentido da lei. A defesa sustenta que a alteração garante que, mesmo em casos de reincidência ou violência, o condenado possa cumprir apenas um sexto da pena, conforme regra geral.

Fatiamento do veto e efeitos

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu que alguns trechos não precisavam retornar para análise. A justificativa é que outras normas, aprovadas depois, tratam do tema de forma mais rígida. Caso confirmada, a derrubada parcial mantém apenas o que ainda é relevante.

Prazo de análise e questionamentos

Críticos apontam que 24 horas para analisar o texto foi curto, já que não havia regime de urgência. O Senado afirma que o tempo é uma decisão interna das comissões. A defesa técnica ressalta que há um limite máximo, mas o presidente da comissão pode estabelecer período menor para acelerar a votação.

Impacto da dosimetria na prática

Entidades avaliam que a dosimetria seria branda para crimes graves; o Congresso contesta, dizendo que crimes contra o Estado de Direito exigem tratamento específico. A defesa enfatiza que delitos ocorridos em contextos de tensão política requerem foco na reconciliação nacional.

Situação atual e aguardado julgamento

As novas penas estão suspensas por decisão do ministro Alexandre de Moraes, relator de quatro ações sobre o tema. A suspensão permanece até o STF decidir se houve violação de procedimento ou de conteúdo constitucional.

Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

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