- Standard Chartered reafirma previsões para 2030: BTC a $500 mil, ETH a $40 mil e UNI a $100; no momento, ETH fica próximo de $1,8 mil, BTC acima de $66 mil e UNI a $3, após queda de hoje.
- Em 2026, o banco reduziu metas: BTC a $100 mil (de $150 mil) e ETH a $4 mil (de $7,5 mil), apontando um caminho viável para BTC a $50 mil e ETH a $1,4 mil antes de qualquer recuperação.
- Analogia com a Amazon é usada para ETH: a ideia é que, ainda com métricas internas melhores, o preço possa recuar antes de avançar, com 2026 sendo visto como “o ano do Ethereum” por iniciar melhor desempenho à medida que DeFi, stablecoins e tokenização crescem.
- A previsão para UNI é a mais agressiva: alvo de $100 em 2030, com escalonamento de $6,50 em 2026 e aumentos anuais ao longo da década.
- Cenário prático: BTC pode revisitar $50 mil e ETH pode cair a $1,4 mil no curto prazo; UNI depende do crescimento de volume em trocas descentralizadas, enquanto projetos como Bitcoin Hyper buscam narrativa de camada 2 para Bitcoin.
Standard Chartered mantém previsão ambiciosa para criptomoedas, com metas para 2030 envolvendo BTC a US$ 500 mil, ETH a US$ 40 mil e UNI a US$ 100. A instituição aponta uma trajetória de alta para o BTC e ETH, enquanto o UNI aparece como aposta mais agressiva. Atualmente, o BTC opera acima de US$ 66 mil, o ETH fica perto de US$ 1.800 e o UNI em US$ 3, após alta de 12% no dia.
Geoffrey Kendrick, chefe global de pesquisa de ativos digitais do banco, revisou para baixo as projeções de 2026: BTC a US$ 100 mil (anteriormente US$ 150 mil) e ETH a US$ 4 mil (anteriormente US$ 7,5 mil). Mesmo assim, a instituição sustenta um caminho crível para que BTC alcance US$ 50 mil e ETH chegue a US$ 1.400 antes de qualquer recuperação mais robusta.
A comparação com a Amazon é usada para sustentar o argumento de Kendrick: em 2001, as ações da empresa caíram de US$ 113 para US$ 6 mesmo com melhoria de métricas internas. O banco também prevê 2026 como “o ano do Ethereum”, com ETH começando a superar BTC à medida que volumes de DeFi, stablecoins e tokenização aumentam.
O estudo aponta ainda para UNI, com uma trajetória em escada: US$ 6,50 em 2026, depois US$ 20, US$ 40, US$ 65 e, por fim, US$ 100 em 2030. A aposta envolve crescimento de volume em DEX e eventuais mudanças de modelo de taxas.
Análise de cenário: o que seria necessário para chegar aos alvos
O banco apresenta o cenário pessimista: BTC poderia testar US$ 50 mil e ETH cair até US$ 1.400 antes de qualquer recuperação consistente. A relação ETH/BTC caiu cerca de 37% desde os picos de agosto, o que, segundo a instituição, sustenta a leitura de longo prazo associada à comparação com a Amazon, dada a atividade on-chain ainda elevada.
Para ETH, o indicador de média móvel de 200 semanas é citado como referência de suporte de longo prazo; historicamente, quebras desse nível costumam indicar zonas de compra mais acessíveis do que rupturas estruturais.
No caso do BTC, manter a linha de US$ 60 mil é visto como crucial pelo cenário de baixa. Caso haja alívio macroeconômico e fluxo de saída de capitais negativo se torne positivo, o BTC poderia avançar acima de US$ 70 mil no curto prazo.
A escalada de UNI para US$ 100 até 2030 depende de forte crescimento de volume em exchanges descentralizadas e da implementação de possíveis mudanças de taxas, o que exige acompanhamento trimestral de dados de participação de mercado.
Bitcoin Hyper e o cenário de infraestrutura
Mesmo com as projeções de 2030, o cenário atual mostra o BTC já em US$ 66 mil e ETH em US$ 1.800, com o eventual recuo para US$ 50 mil e ETH US$ 1.400 no curto prazo. Há espaço relativo para ativos com maior risco, como propostas de infraestrutura em estágios iniciais.
Bitcoin Hyper, token de hyper-finanças, apresenta-se alinhado a esse eixo. O projeto integra a Bitcoin Layer 2 com a Solana VM, oferecendo execução de contratos quase em tempo real sobre a segurança do BTC. O objetivo é ampliar velocidade de transação e reduzir custos, mantendo o modelo de confiança do BTC.
A oferta inicial de tokens já arrecadou próximo de US$ 33 milhões, com preço atual de US$ 0,01368. Participantes da pré-venda podem realizar staking, e o projeto prevê uma ponte descentralizada para transferências em BTC, além de alta velocidade de execução que aborda limitações históricas do BTC em termos de finalização lenta, altas taxas e falta de programabilidade nativa.
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