- Celso Amorim disse que o encontro entre Lula e Trump ocorreu em função do trabalho da diplomacia brasileira e minimizou a intermediação de Joesley Batista.
- O assessor ressaltou que não comenta sobre supostos intermediários e que Trump tratou Lula com respeito, de forma positiva.
- Fontes indicam que o telefonema durou cerca de 40 minutos e houve esforço para um encontro presencial entre os mandatários.
- Segundo relatos, Trump encerrou a ligação dizendo “I love you” a Lula, em tom descontraído.
- Joesley Batista afirmou que não vai comentar a ligação para destravar a visita de Lula aos Estados Unidos; governo demonstrou incômodo com o vazamento.
Amorim minimizou a participação de Joesley Batista na ligação entre Lula e Trump, dizendo que o encontro ocorreu por mérito da diplomacia brasileira e não por intermediários. O assessor-chefe para Assuntos Internacionais ressaltou o papel do governo no relacionamento com os EUA.
Segundo fontes oficiais, Lula e Joesley Batista estavam no Palácio da Alvorada na véspera do feriado de 1º de maio, quando surgiu a ideia de realizar a ligação com Trump. O telefonema, conforme relatos, durou cerca de 40 minutos.
A conversa entre Lula e Trump teria sido marcada pela percepção de reciprocidade e respeito, com Trump tratando o brasileiro como um estadista. A ideia foi fortalecer vínculos e sinalizar apoio à agenda brasileira.
O governo brasileira pediu discrição sobre repasse de informações do telefonema, após o vazamento. A pasta ainda não confirmou detalhes sobre a participação de terceiros na operação de comunicação entre as duas lideranças.
Joesley Batista afirmou, em Nova York, que não comentaria a ligação para destravar a visita de Lula ao país. A declaração foi dada durante entrevista a jornalistas na cidade norte-americana.
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