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Amorim não comenta ligação de Joesley e diz que encontro com Trump envolve Lula

Celso Amorim minimiza intermediação de Joesley Batista e atribui encontro Lula-Trump à diplomacia brasileira, destacando tom respeitoso e resultado positivo da reunião

Joesley Batista participa do toque do sino de abertura do banco digital brasileiro PicPay, na bolsa Nasdaq, durante o IPO da empresa, no site do mercado Nasdaq na Times Square, na cidade de Nova York, EUA, em 29 de janeiro de 2026. — Foto: Reuters
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  • Celso Amorim disse que o encontro entre Lula e Trump ocorreu em função do trabalho da diplomacia brasileira e minimizou a intermediação de Joesley Batista.
  • O assessor ressaltou que não comenta sobre supostos intermediários e que Trump tratou Lula com respeito, de forma positiva.
  • Fontes indicam que o telefonema durou cerca de 40 minutos e houve esforço para um encontro presencial entre os mandatários.
  • Segundo relatos, Trump encerrou a ligação dizendo “I love you” a Lula, em tom descontraído.
  • Joesley Batista afirmou que não vai comentar a ligação para destravar a visita de Lula aos Estados Unidos; governo demonstrou incômodo com o vazamento.

Amorim minimizou a participação de Joesley Batista na ligação entre Lula e Trump, dizendo que o encontro ocorreu por mérito da diplomacia brasileira e não por intermediários. O assessor-chefe para Assuntos Internacionais ressaltou o papel do governo no relacionamento com os EUA.

Segundo fontes oficiais, Lula e Joesley Batista estavam no Palácio da Alvorada na véspera do feriado de 1º de maio, quando surgiu a ideia de realizar a ligação com Trump. O telefonema, conforme relatos, durou cerca de 40 minutos.

A conversa entre Lula e Trump teria sido marcada pela percepção de reciprocidade e respeito, com Trump tratando o brasileiro como um estadista. A ideia foi fortalecer vínculos e sinalizar apoio à agenda brasileira.

O governo brasileira pediu discrição sobre repasse de informações do telefonema, após o vazamento. A pasta ainda não confirmou detalhes sobre a participação de terceiros na operação de comunicação entre as duas lideranças.

Joesley Batista afirmou, em Nova York, que não comentaria a ligação para destravar a visita de Lula ao país. A declaração foi dada durante entrevista a jornalistas na cidade norte-americana.

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