- O Irã afirmou ter destruído aeronaves dos EUA durante uma operação de resgate de piloto na província de Esfahan.
- O Exército iraniano e a Guarda Revolucionária disseram ter abatido um drone israelense Hermes-900 e um drone americano MQ-9 na região.
- Segundo autoridades iranianas, dois aviões de transporte militar C-130 e dois helicópteros Black Hawk dos EUA também teriam sido destruídos.
- A Reuters não conseguiu verificar de forma independente as versões do Irã; imagens mostraram destroços na região de Esfahan, a cerca de 50 km da cidade.
- O resgate ocorreu após EUA localizarem o piloto isolado; imagens de satélite indicam a presença de uma pista de pouso abandonada usada na operação.
O Irã afirmou ter destruído aeronaves dos EUA durante uma operação de resgate de um piloto. Segundo o comando unificado das Forças Armadas, várias aeronaves foram atingidas na parte sul da província de Esfahan durante a missão norte-americana.
A nota revelou que dois aviões de transporte C-130 e dois helicópteros Black Hawk teriam sido destruídos pelas forças iranianas. Em comunicado separado, o Exército iraniano informou também que um drone israelense Hermes-900 e um drone americano MQ-9 foram abatidos na mesma região.
Autoridades americanas ainda não haviam confirmado as informações até a noite de domingo, segundo informações da Reuters. A CNN mencionou que o resgate envolveu dois pilotos mesmo após a recuperação do primeiro aviador.
Destroços e evidências
Imagens e vídeos publicados pela mídia estatal iraniana teriam mostrado destroços carbonizados na província de Esfahan. Partes de aeronaves, possivelmente motores, aparecem nas gravações, cuja origem exata não foi confirmada pela Reuters.
Segundo o Exército dos EUA, a operação de resgate se deu a partir de uma pista de pouso abandonada, localizada a cerca de 50 km de Esfahan. Análises de imagens de satélite indicaram a presença de uma pista na região, usada para o resgate.
Verificações e contexto
A CNN informou que tentou contato com o Exército dos EUA para comentar as alegações. A agência destacou que as informações do Irã ainda não foram verificadas de forma independente até o fechamento desta reportagem.
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