- Paris Internationale anuncia sua primeira edição em Milão, com 34 galerias na lista, incluindo Jocelyn Wolff (Paris), kaufmann repetto (Milan/New York), Luisa Delle Piane (Milano) e Sylvia Kouvali (Londres/Piraeus).
- A feira ocorre durante a Milão Art Week, alinhada a Miart e ao Salone del Mobile, celebrando maturidade cultural da cidade.
- Nerina Ciaccia, cofundadora da Paris Internationale, afirma que Milão combina forte cultura de coleta, tradição da arte contemporânea e proximidade entre arte, design, arquitetura e produção.
- Milão tem visto crescimento do mercado: recente abertura de galeria Thaddaeus Ropac e redução de Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA) para venda e importação de arte, favorecendo investidores.
- O ecossistema do norte da Itália sustenta um polo de colecionadores, com Milão servindo como ponto de entrada para mercados globais e redes de profissionais da arte.
Paris Internationale confirma expansão em Milão, fortalecendo a cena de arte contemporânea italiana. A feira francesa sem fins lucrativos chega à cidade com 34 galerias na edição inaugural.
Entre as novas participantes estão Jocelyn Wolff (Paris), kaufmann repetto (Milão/Nova Iorque), Luisa Delle Piane (Milão) e Sylvia Kouvali, com espaços em Londres e Pireus. A seleção integra a proposta internacional da feira.
Nerina Ciaccia, cofundadora da Paris Internationale e proprietária da Galerie Ciaccia Levi, destaca que Milão reúne cultura de colecionismo, tradição na arte contemporânea e proximidade entre arte, design e produção. A decisão é fruto de amadurecimento cultural da cidade.
O contexto de Milão
A apresentação em Milão ocorre paralelamente ao Miart e ao Salone del Mobile, durante a Milán Art Week. A cidade tem vivenciado um boom recente, com novas galerias e mudanças tributárias que impactam o mercado de arte, além de atração de investidores internacionais.
O ambiente local já conta com atuação de grandes players: Thaddaeus Ropac abriu uma galeria na cidade e a Itália reduziu a VAT de 5% sobre venda e importação de arte, estimulando o fluxo de obras. A discussão envolve ainda reformas regulatórias e incentivos para residentes estrangeiros.
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