- Beatriz Milhazes ganha mostra com 27 gravuras no acervo da Pinacoteca de São Paulo, reunidas pela primeira vez em um conjunto de médio e grande formato produzidas entre 1996 e 2019.
- As obras foram doadas ao acervo da Pinacoteca entre 2009 e 2024, tornando a instituição a única no mundo a possuir um conjunto completo de gravuras da artista.
- A exposição, intitulada Beatriz Milhazes: gravuras do acervo da Pinacoteca de São Paulo, fica até 14 de março de 2027 no Edifício Pina Estação, no segundo andar.
- O curador Renato Menezes explica que Milhazes une experimentação e segurança nas gravuras, mantendo coerência com a produção em pintura. O projeto envolve a parceria com Jean-Paul Russell, da Durham Press, estúdio de gravuras dos Estados Unidos.
- Beatriz Milhazes comenta que rever sua trajetória criativa é como rever sua história de vida, destacando o papel da serigrafia no desenvolvimento de sua linguagem.
A Pinacoteca de São Paulo abriga a mostra Beatriz Milhazes: gravuras do acervo da Pinacoteca, reunindo pela primeira vez 27 gravuras de Milhazes, produzidas entre 1996 e 2019. As obras estão na exposição do 2º andar do Edifício Pina Estação.
As peças foram doadas ao acervo da Pinacoteca entre 2009 e 2024, consolidando a instituição como a única no mundo a possuir um conjunto dessa magnitude da artista carioca. A curadoria ficou a cargo de Renato Menezes, que destaca o entrelaçamento entre experimentação e segurança no trabalho dela.
Beatriz Milhazes reforça que o conjunto percorre mais de duas décadas, com foco na serigrafia e na prática de impressão, em parceria com Durham Press, nos Estados Unidos. O processo envolve estudos, jogos de matriz e escolhas que definem o resultado final.
Sobre a exposição
O público pode acompanhar as gravuras até 14 de março de 2027. A mostra propõe olhar a trajetória da artista sob uma perspectiva técnica diferenciada, destacando a continuidade entre as suas obras em gravura e as pinturas.
Detalhes da produção e do acervo
Segundo Renato Menezes, o diálogo entre o trabalho gráfico e o processo criativo de Milhazes revela uma coerência entre meios artísticos. A parceria com Jean-Paul Russel, da Durham Press, é parte central do projeto e da história da exposição.
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