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Coleção de tecelagens Navajo de Frank Stella será exibida

Nova York exibe pela primeira vez 55 teares Navajo da coleção de Frank Stella, com padrões geométricos de séculos XIX–XX e itens em venda

One of the Navajo “eye dazzler” weavings, around 1890, from US artist Frank Stella’s collection, on show at Peter Pap Rugs
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  • Exposição de 55 teares Navajo (Diné) do século XIX e início do XX, da coleção do artista americano Frank Stella, abre em 15 de maio na Peter Pap Rugs, Arader Galleries, em Nova York, e fica até 10 de junho.
  • A mostra marca a primeira exibição pública da coleção de Stella, adquirida ao longo de quatro décadas, especialmente por impacto visual dos padrões.
  • O acervo foi organizado pelo negociante de arte Peter Pap, com coordenação da viúva de Stella, Harriet McGurk, e inclui peças que passam por conservação quando necessário.
  • Além dos têxteis, a exposição traz desenhos geométricos de Stella dos anos sessenta; os teares estão à venda, enquanto os desenhos ficam em empréstimo do Frank Stella Estate.
  • Pap destaca que Stella apreciava também têxteis de outras culturas, como kilims turcos, tapetes tibetanos e tecidos afegãos, conectando a geometria presente nas diferentes tradições.

Frank Stella ganha exibição pública de teares Navajo (Diné) em Nova York, com 55 peças do século 19 e início do 20. A mostra acompanha o acervo adquirido pelo artista norte‑americano ao longo de quatro décadas e fica em cartaz entre 15 de maio e 10 de junho.

A mostra acontece na galeria Arader, em Nova York, exibida pela loja de têxteis Peter Pap Rugs. O material está organizado por Peter Pap, com a colaboração da viúva de Stella, Harriet McGurk, para catalogação e conservação.

Parte do acervo foi adquirida principalmente do comerciante e curador Tony Berlant, conforme relatos de Pap. O conjunto inclui teares Navajo que Stella reuniu por motivos visuais e de ressonância com a própria obra, não por interesse etnográfico.

Entre as peças, destacam‑se os chamados eye dazzlers, teares de 1890 e peças diversas de padrões geométricos. Segundo Pap, a coleção de Stella é algo pessoal, não um compêndio, e valoriza o impacto visual sobre a contextualização histórica.

Além de têxteis Navajo, o acervo de Stella engloba kilins turcos, tapetes tibetanos e teares nômades do Afeganistão, conforme o colecionador. Pap aponta que a linguagem geométrica e cromática une culturas artesanais de várias regiões.

A exposição também traz desenhos geométricos de Stella dos anos 1960, produzidos na mesma época em que o artista passou a se interessar pelos têxteis Navajo. Enquanto as peças têxteis estão à venda, os desenhos ficam sob empréstimo da Frank Stella Estate.

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