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Políticos espanhóis discutem pedido para transferir Guernica de Picasso

Confronto entre Madrid e País Basco sobre deslocar Guernica para o Guggenheim Bilbao, de 1º outubro a 30 de junho, para marcar os 90 anos do bombardeio

Picasso’s Guernica has hung in the Reina Sofía museum in Madrid since 1992. Repeated requests for it to be moved to the Basque Country have been refused.
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  • A Basque government pediu que Guernica seja transferida temporariamente ao Guggenheim de Bilbao, de 1º de outubro a 30 de junho, para marcar o 90º aniversário do bombardeio.
  • A obra permanece no museu Reina Sofía, em Madri, desde 1992, e pedidos anteriores de transferência foram recusados.
  • A disputa envolveu a presidente de Madri, Isabel Díaz Ayuso, e o líder do partido nacionalista Basco, Aitor Esteban, que se chamaram de “provinciais” em tom de disputa.
  • O presidente Basco, Imanol Pradales, questionou se o governo espanhol tem coragem de mover Guernica, sugerindo que o tema está em aberto.
  • Guernica, pintada por Pablo Picasso, retrata o bombardeio de 1937 durante a Guerra Civil Espanhola e tornou-se símbolo internacional das horrores da guerra.

A cidade de Madrid viveu mais uma contenda entre governos regionais sobre a obra Guernica de Pablo Picasso. O governo Basco pediu que a pintura seja emprestada temporariamente ao Guggenheim Bilbao para marcar o 90º aniversário do bombardeio de Guernica. O museu Reina Sofía, onde a obra fica desde 1992, ainda não autorizou.

A presidente de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, e o líder basco Aitor Esteban trocaram críticas em público, cada um acusando o outro de provinciais. Ayuso disse que devolver a arte ao seu berço não faz sentido, citando Málaga como origem de Picasso. Esteban rebateu que Ayuso é a verdadeira provinciana ao descrever identidade nacional de forma banal.

Contexto da disputa

O Basque government propõe expor Guernica no Guggenheim de 1º de outubro a 30 de junho, para referência histórica do ataque aéreo de 1937, durante a Guerra Civil Espanhola. A obra, em preto e branco, tornou-se símbolo internacional dos horrores da guerra desde sua criação.

O objetivo é contextualizar o massacre, que deixou estimativas de mortos variando entre 126 e 1.654. Picasso produziu a obra pouco após o ataque, que ocorreu em 26 de abril de 1937, e a pintura já circulou pela Europa e EUA.

Histórico de circulação e museus

Guernica não havia sido emprestada com frequência; o Reina Sofía já recusou pedidos de empréstimo ao MoMA no passado. A galeria de Madrid mantém a obra fixa desde 1992, sob justificativa de preservação e identidade institucional.

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