- A Polícia Federal realizou uma operação contra o Banco Digimais, com foco em indícios de fraude e bloqueio de até R$ 670.348.945,70.
- Convênios com o Exército foram firmados em agosto de 2025 e seguem válidos até agosto de 2027, conforme Diário Oficial da União.
- O INSS assinou convênio com o banco em janeiro de 2024, mas encerrou o acordo em fevereiro por não cumprir regras para empréstimos consignados a aposentados e pensionistas.
- Além disso, houve acordos com outras entidades, como a Polícia Militar de São Paulo e a Prefeitura de São Paulo, além de municípios como Coronel Vivida, Embu das Artes, Florianópolis, Leopoldina e Taboão da Serra (firmados entre 2023 e 2025).
- O Digimais afirmou que está à disposição das autoridades para esclarecimentos e reafirmou compromisso com transparência e conformidade regulatória.
O Banco Digimais está no centro de uma ação da Polícia Federal que apura irregularidades em empréstimos consignados. A investigação envolve convênios com órgãos públicos, sob suspeita de favorecimento e inflar o patrimônio da instituição. O caso também repercute em contratos com prefeituras.
Segundo o relatório da PF, o banco mantinha acordos para oferecer consignados com desconto em folha a servidores e pensionistas. O Digimais afirma cooperação com as autoridades e reforça o compromisso com transparência e conformidade regulatória.
Convênios com órgãos federais e impactos
O Exército firmou convênio em agosto de 2025, com validade até agosto de 2027, conforme Diário Oficial. O INSS assinou em janeiro de 2024, mas encerrou o contrato em fevereiro por não cumprimento das regras.
Situação atual com INSS e entidades afetadas
O INSS encerrou o convênio com o Digimais por não atender às exigências para empréstimos consignados a aposentados e pensionistas. Procuradas, as partes não responderam até a publicação.
Outros entes e balanço institucional
Além dos órgãos federais, prefeituras e cidades assinaram contratos com o banco para consignados. Entre 2023 e 2025, municípios como Coronel Vivida, Embu das Artes, Florianópolis, Leopoldina e Taboão da Serra foram citados. Não houve respostas oficiais até o fechamento.
Operação e patrimônio sob investigação
A PF aponta indícios de superavaliação de ativos e manutenção de valores sem lastro econômico, com sequestro e bloqueio de bens de até R$ 670.348.945,70. O caso é vinculado ao histórico de práticas associadas a Master, conforme apurações.
Posicionamento do Digimais
O banco afirmou que permanece à disposição para esclarecer os fatos e colaborar com as investigações. Reforçou o compromisso com transparência, conformidade regulatória e cooperação com autoridades.
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