- Nearly one in five girls in the UK receive persistent, unwanted images online, according to a Barnardo’s poll of four mil jovens.
- Um quarto das meninas disse ter recebido nomes degradantes online, e uma em sete adolescentes de 13 a 15 anos foi solicitada a enviar uma foto nua.
- Um quarto de todas as pessoas pesquisadas viu uma foto nua que foi enviada originalmente em privado e depois compartilhada; 36% das meninas foram solicitadas a enviar esse tipo de foto.
- A organização aponta que o assédio online está se tornando “parte do ambiente do crescer” e pode causar constrangimento, abuso sexualizado, vergonha e isolamento.
- O governo encerrou uma consulta sobre limite de idade para redes sociais; o Ministério deve decidir em breve. Barnardo’s pede que a orientação da Ofcom vire código de conduta obrigatório para as plataformas, com avaliações de impacto de design e relatórios públicos sobre how lidam com misoginia e assédio.
Nearly um em cada cinco meninas no Reino Unido recebe imagens indesejadas online, aponta pesquisa da instituição Barnardo’s. O levantamento, com 4.000 jovens, mostra abuso online como parte do dia a dia.
Um quarto das meninas relata ter sido alvo de xingamentos online; um em sete entre 13 e 15 anos foi pedido para enviar uma foto nua. A autora principal reforça a persistência do problema.
Entre os meninos, mais da metade afirma ser esperado que “aguentem” e não demonstrem emoção. Um quarto de todos os pesquisados viu fotos nuas originalmente privadas serem compartilhadas.
18% das meninas disseram receber mensagens repetidas após pedir para parar. Ainda, 41% dos meninos concordam que meninas que postam fotos devem receber comentários sobre a aparência.
> ### Resultados e implicações
Cerca de 21% dos jovens afirmam que amigos não os apoiariam para enfrentar comentários misóginos. A pressão de grupo eleva o risco de humilhação e isolamento.
Relatos de Barnardo’s na Irlanda do Norte indicam abusos verbais durante aulas de educação física e intimidação diária na escola. Além disso, há relatos de perseguição pública e de insegurança para viajar sozinhos.
Quaisquer mudanças apontam para aumento de conteúdo misógino entre crianças, com mais casos de abuso sexual entre pares e condutas sexuais problemáticas relatados pelos atendentes da ONG.
A organização solicita ao governo que eleve a orientação da Ofcom sobre violência contra mulheres e meninas a um código de prática obrigatório para plataformas digitais. A meta é exigir avaliação de impacto de design e divulgação de como tratam denúncias de misoginia.
> ### Contexto regulatório
Uma consulta pública sobre limite de idade para redes sociais foi encerrada nesta semana, com decisão prevista nas próximas semanas. O tema deve influenciar regras de uso por menores.
Entre na conversa da comunidade