- A Nursing and Midwifery Council (NMC) reconheceu falhas de doze anos que deixaram 434 casos sem avaliação de risco; cerca de quinze profissionais deveriam ter sido banidos do exercício.
- Desses 434 casos, 402 envolviam condenação ou acusação criminal, e 32 envolviam condições de saúde que poderiam comprometer a segurança, conforme apurado.
- Trinta e quatro mil e sessenta aplicações foram analisadas? Não, peço desculpa. Corrijo: a NMC abriu investigação rápida de dezoito mil e dezenove aplicações; na prática, foram 18.060 pedidos avaliados nos últimos doze anos, com 434 casos sem encaminhamento adequado. Desses, até quinze podem ser removidos do registro.
- O chief executive, Paul Rees, pediu desculpas e disse que houve uma falha grave no processo; a organização está implantar mudanças, promovendo uma cultura de “falar abertamente” e revisões de casos em atraso.
- Autoridades de saúde, pacientes e sindicalistas cobraram transparência e aguardam as decisões de painéis disciplinares independentes sobre o destino desses profissionais, com o NHS e o público buscando maior confiança no registro.
Nurses e parteiras no Reino Unido que deveriam ter sido banidos atuaram nos últimos 12 anos, devido a falhas “potencialmente perigosas” de um regulador de saúde. A Nursing and Midwifery Council (NMC) reconheceu erros graves que deixaram cerca de 15 profissionais livres para atender pacientes, mesmo com histórico criminal.
Esses profissionais declararam criminais ou condições de saúde ao se inscreverem no registro, mas as avaliações não foram encaminhadas para um registrador assistente para decisão sobre aptidão para praticar. A falha pode ter colocado pacientes sob risco.
Entre 434 casos de risco potencial identificados pela revisão, 15 são considerados suficientemente graves para remoção do registro. A NMC calcula que essas decisões podem recair sobre o conjunto de 867.935 registros.
O anúncio ocorreu após uma auditoria interna realizada com apoio de uma equipe de para legais, que revisou 18.060 candidaturas nos últimos 12 anos. A constatação aponta falha no processo e falas de sanção para quem não deveria continuar na prática.
A chefe executiva da NMC, Paul Rees, pediu desculpas pela falha de 12 anos na avaliação completa de declarações de saúde e caráter. Ele afirma ter lançado ações para corrigir a cultura interna e incentivar a denúncia de falhas.
Relatórios indicam mudança de liderança desde 2024, após uma revisão independente que apontou problemas como assédio, racismo e falhas sistêmicas. A NMC diz estar promovendo uma cultura de abertura para evitar novas falhas.
As consequências incluem a possível exclusão de até 15 profissionais do registro, sob decisão de painéis disciplinares independentes nos próximos meses. A NMC continua informando sobre casos afetados e medidas de melhora.
A associação de pacientes e entidades de enfermagem reagiram com cautela. Alegam que pacientes confiavam na veracidade das checagens e pedem comunicação direta sobre impactos aos pacientes já atendidos.
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