- Um passageiro da República Democrática do Congo embarcou no voo da Air France com destino a Detroit e o avião foi desviado para Montreal, no Canadá, por ter sido identificado como pessoa que não deveria ter embarcado.
- A apreensão ocorreu no contexto de restrições de entrada relacionadas à Ebola; a CBP cooperou com o CDC para evitar a entrada do viajante nos EUA.
- Medidas temporárias anunciadas pelo CDC e pelo DHS visam impedir a entrada de pessoas não americanas que estiveram em Uganda, RDC ou Sudão do Sul nos últimos 21 dias, por 30 dias.
- O DHS informou que voos com esse tipo de passageiro devem aterrisar no aeroporto Washington-Dulles, para aplicação de medidas de saúde pública.
- A Organização Mundial da Saúde informou quase 600 casos suspeitos de Ebola e 139 mortes suspeitas; 51 casos foram confirmados na RDC e Uganda confirmou dois casos.
Um passageiro originário da República Democrática do Congo embarcou em um voo da Air France com destino a Detroit, nos EUA, de forma considerada inadequada pelas autoridades. O avião foi desviado para Montreal, no Canadá, para cumprir restrições de viagem ligadas ao Ebola.
Segundo a CBP, o passageiro não deveria ter embarcado devido às novas regras de entrada voltadas a reduzir o risco de disseminação do vírus. A aeronave teve a rota alterada antes de chegar ao aeroporto de Detroit Metropolitan Wayne County.
Autoridades dos EUA, em coordenação com o CDC, disseram que medidas de saúde pública foram acionadas para evitar a entrada do Ebola no país. As regras de 2026 ampliam controle de viagem para viajantes de Uganda, Congo e Sudão do Sul nos 21 dias anteriores à viagem.
Entre as mudanças, os reguladores determinam que voos com estrangeiros vindos dessas áreas tenham aterrissagem obrigatória em Washington Dulles, para reforçar triagens e protocolos de saúde. A medida vale por 30 dias.
Ontem, a Organização Mundial da Saúde atualizou o quadro da epidemia, com quase 600 casos suspeitos e 139 mortes em investigação. A OMS informou que 51 casos foram confirmados no Congo e duas ocorrências em Uganda.
A OMS também mencionou que um cidadão americano trabalhando no Congo foi diagnosticado com Ebola e transferido para a Alemanha. O relatório reforça a necessidade de vigilância sanitária reforçada na região.
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