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NHS demite funcionários por acesso ilegal a registros de vítimas de Nottingham

NUH NHS afasta 11 funcionários por acesso irregular a prontuários de vítimas do ataque em Nottingham; 14 recebem advertências e investigações continuam

Relatives of the victims attend a vigil at the University of Nottingham after the attacks in June 2023.
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  • O NHS trust demitiu 11 funcionários que acessaram ilegalmente prontuários médicos das vítimas do ataque em Nottingham, em junho de 2023.
  • Outros 14 funcionários receberam avisos por escrito e permanecem no cargo; entre eles houve médicos, enfermeiros e administradores, mas os cargos não foram tornados públicos.
  • As vítimas citadas foram Barnaby Webber (19 anos), Grace O’Malley-Kumar (19 anos) e Ian Coates (65 anos).
  • O Nottingham University Hospitals Trust informou à Information Commissioner’s Office e à polícia de Nottinghamshire; investigações seguem com reguladores independentes.
  • As famílias contestam o número de acessos considerados legítimos, com o comunicado destacando que 48 funcionários teriam acessado os prontuários, o que é alvo de questionamento; o diretor médico pediu desculpas pelos acontecimentos.

O NHS trust de Nottingham University Hospitals (NUH) demitiu 11 funcionários por acesso ilegal aos prontuários médicos das vítimas dos ataques de Nottingham, em junho de 2023. Além disso, 14 funcionários receberam advertência por escrito, mas continuam trabalhando na instituição. A apuração investiga quem teve acesso aos dados sensíveis.

As vítimas foram Barnaby Webber, Grace O’Malley-Kumar, ambos com 19 anos, e Ian Coates, um zelador de 65. A família de Webber contesta a alegação de que até 48 funcionários teriam acessado os prontuários de forma legítima, afirmando que o número seria menor.

A administração do NUH pediu desculpas às famílias e afirmou que o acesso indevido aos prontuários é inaceitável. A instituição informou que continuará colaborando com reguladores independentes e autoridades, como o Information Commissioner’s Office e a polícia de Nottinghamshire.

Investigações e respostas

Dr Manjeet Shehmar, diretor médico do NUH, ressaltou que o acesso a prontuários sem justificativa não é permitido e que as ações disciplinares visam sinalizar que o hospital leva o tema a sério. Ele destacou que a atuação inadequada prejudica o trabalho de equipes de atendimento.

Emma Webber, mãe de Barnaby Webber, manifestou surpresa com a extensão das irregularidades. Ela afirmou que as famílias estão informadas sobre as medidas tomadas, sem detalhar os resultados de todo o processo.

Próximos passos

As investigações continuam, inclusive sobre supostos acessos a prontuários de vítimas sobreviventes, como Wayne Birkett e Sharon Miller. O NUH disse que fará novas ações com reguladores, como o Nursing and Midwifery Council e o General Medical Council, conforme necessário.

A apuração também envolve relatos de como as informações foram utilizadas e se houve violação adicional de dados, com desdobramentos esperados pelas famílias e pela comunidade local.

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