- O Clean Air Solar Farm propõe áreas totalizando 2.853 acres em dois sítios próximos a Lockington e Walkington, com capacidade estimada de 500 MW para atender cerca de 160 mil domicílios.
- A decisão de aprovação ficará a cargo do governo, devido à escala do projeto.
- O grupo Clean Air Action Group afirma que o empreendimento ocuparia cerca de 20 por cento das terras ao redor de Beverley, levantando preocupações sobre a perda de áreas agrícolas e barulho/estações de conversão.
- Os moradores citam que as obras previstas causariam perturbação nos próximos cinco a seis anos, além de questionarem a forma como foram consultados.
- Caso aprovado, o projeto ficaria em operação entre 2033 e até sessenta anos, com eventos de consulta pública marcados para 22 a 24 de junho nas localidades mencionadas.
Residência locais dizem estar horrorizadas com a proposta de uma grande fazenda solar próxima a Beverley. O projeto Clean Air Solar Farm envolve 2.853 acres em dois locais, perto de Lockington e Walkington, visando abastecer cerca de 160 mil domicílios.
As áreas propostas se estendem ao norte, a três milhas de Beverley, ao leste da A164, e ao sul, a sudoeste da A1079, próximo ao ponto de conexão à rede. A capacidade prevista é de 500 MW, com operação estimada a partir de 2033 e duração de até 60 anos.
O grupo Clean Air Action Group, contrário ao empreendimento, argumenta que a obra pode ocupar boa parte de terras agrícolas de alto valor. Recomenda consultas mais amplas e aponta impactos na paisagem local e na vida rural.
Andrew Chandler, morador de Walkington, mudou de posição ao entender a escala do projeto e o potencial de industrialização da região. Para ele, o cenário atual substitui áreas rurais por estruturas de vidro e instalações associadas.
A organização de residentes também informou que haverá eventos de consulta e dias de informação pública. Um encontro de apresentação ocorre hoje, às 19h, em Walkington, com sessões em Lockington, Beverley e Walkington entre 22 e 24 de junho.
Segundo a equipe do projeto, a fazenda solar deve contribuir significativamente para as metas de emissões líquidas até 2050 e incentivar participação nos debates públicos. Eles acrescentam que há diálogo com outras iniciativas da região.
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