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FS vende 10 mil créditos de remoção de carbono à Freepoint Europe

FS vende dez mil créditos de remoção de carbono para Freepoint Europe; piloto em Mato Grosso recebe R$ 384,3 milhões do BNDES e mira injeção de CO₂ a partir de setembro

Detalhe de espiga de milho em lavoura
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  • A FS assinou acordo para venda de 10 mil créditos de carbono para a Freepoint Commodities Europe, subsidiária da trading global com sede nos Estados Unidos.
  • O projeto de captura e armazenamento de carbono (BECCS) fica em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, e prevê remoção permanente de CO₂ do ambiente.
  • A FS afirma que o empreendimento a torna a primeira empresa a produzir etanol com balanço negativo de carbono e é classificado pela ANP como projeto-piloto para CCS no Brasil.
  • A FS obteve licença de instalação em novembro de 2025 e prevê iniciar a injeção de CO₂ em setembro de 2026.
  • O projeto recebeu financiamento de longo prazo de R$ 384,3 milhões do BNDES e tem potencial de armazenamento de cerca de 12 milhões de toneladas de carbono em 30 anos; a Freepoint reforçou o interesse em apoiar projetos pioneiros de remoção de carbono.

A FS, uma das maiores produtoras de etanol de milho do Brasil, fechou um acordo para venda futura de créditos de carbono gerados por seu projeto BECCS à Freepoint Commodities Europe. O contrato prevê a compra de 10 mil créditos pela subsidiária norte-americana da trading.

O projeto fica em Lucas do Rio Verde, MT, e utiliza captura e armazenamento de carbono para remover CO₂ da atmosfera, com remoções permanentes em reservatórios geológicos. A FS afirma que o processo resulta em balanço de carbono negativo.

A iniciativa foi classificada pela ANP como projeto-piloto e referencial para a regulação de CCS no Brasil. A FS recebeu licença de instalação em novembro de 2025 e planeja iniciar a injeção de CO₂ em setembro de 2026.

Além disso, a FS recebeu financiamento de longo prazo de R$ 384,3 milhões do BNDES para o projeto, com estimativa de armazenamento de cerca de 12 milhões de toneladas de carbono ao longo de 30 anos. A Freepoint destacou o interesse em apoiar projetos pioneiros de remoção de carbono.

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